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Tino Marcos quase foi ator: 'Repórter é uma espécie de personagem'

Colaboração para Splash, do Rio

25/06/2022 04h00

Às vezes, uma pergunta aleatória rende respostas surpreendentes. Jonas Muller, o líder da supersônica banda Black Monkees, que acompanha Otaviano Costa no "OtaLab", mandou uma dessas para o convidado da semana, o jornalista Tino Marcos:

"Já te chamaram de Plínio Marcos?", quis saber Jonas, referindo-se ao dramaturgo, morto em 1999. "Já, mais nos velhos tempos. As novas gerações já não o conhecem tanto", disse Tino, antes de revelar seu talento oculto.

"Eu cheguei a ensaiar a peça ‘Dois Perdidos Numa Noite Suja’, sabia?"

Andei titubeando. Pensei até em fazer faculdade de teatro, fazia alguma coisinha infantil, mas era mais brincadeira com os amigos.

"Quase tivemos um ator entre nós?", quis saber Ota. De certa forma, tivemos.

Numa pequena medida, o repórter na TV é uma espécie de personagem. Quando vai dar uma noticia, tem que ter uma certa expressão, isso passa um pouco pela dramaturgia. Não posso dar uma notícia alegre sobre alguém que sofreu fratura, ou ser muito sério no meio da torcida.

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