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Paul McCartney diz que John Lennon iniciou a separação dos Beatles

John Lennon e Paul McCartney em show dos Beatles - Mike Mitchell/Omega Auctions
John Lennon e Paul McCartney em show dos Beatles Imagem: Mike Mitchell/Omega Auctions

De Splash, em São Paulo

10/10/2021 22h37Atualizada em 10/10/2021 22h37

Paul McCartney responsabilizou John Lennon por iniciar a separação dos Beatles há mais de 50 anos. Em entrevista ao The Guardian, o músico classificou o fim da banda como "o período mais difícil" de sua vida e que, mesmo sabendo que era o fim do grupo, ele e os demais integrantes precisaram fingir que nada estava acontecendo.

"Não sou a pessoa que instigou a separação. Foi o nosso Johnny", afirmou. "Ele entrou em uma sala um dia e disse que estava saindo dos Beatles. Isso é instigar a separação ou não?"

McCartney ainda acrescentou: "Esta era a minha banda, este era o meu trabalho, esta era a minha vida, então eu queria que continuasse."

O cantor disse que ele, George Harrison e Ringo Starr foram "deixados para juntar as peças" e que foram instruídos pelo gerente do grupo, Allen Klein, a manter o silêncio para que os negócios pendentes fossem concluídos. "Então, por alguns meses, tivemos que fingir. "Foi estranho porque todos nós sabíamos que era o fim dos Beatles, mas não podíamos simplesmente ir embora."

O cantor ainda acrescentou que eventualmente decidiu "dar com a língua nos dentes" e que não acredita que Yoko Ono, namorada de Lennon na época, tenha sido responsável pela decisão do amigo. "Eles eram um ótimo casal. Havia uma grande força ali."

Plantação de maconha

Recentemente, Paul McCartney contou que esconde a plantação de uma espécie de cannabis sativa — da mesma família da maconha — em sua fazenda em Peasmarsh, vila no sudeste da Inglaterra. Em entrevista ao Daily Mirror, o ícone dos Beatles disse que faz isso para que os adolescentes não roubem a erva, que possui regulamentação específica para plantação no país.

De acordo com o tabloide britânico, Paul conheceu a cannabis por intermédio de Bob Dylan, em 1964, e se tornou um fumante regular da erva. No entanto, em meados dos anos 2000, ele teria parado de fumar para "dar um bom exemplo" aos filhos e netos.