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Ludmilla critica governo por recusa de vacinas: 'Salvariam milhares'

Ludmilla - Divulgação
Ludmilla Imagem: Divulgação

Colaboração para o UOL, em São Paulo

13/05/2021 20h00

Ludmilla criticou o governo por conta das vacinas da Pfizer recusadas ainda em 2020 citadas na CPI da Covid. Assim como fez Anitta, a cantora de 26 anos desabafou sobre as mortes no Brasil.

A morte de milhares de brasileiros pela COVID-19 tem culpados e todos estão sentados em suas cadeiras no Palácio do Planalto. Inadmissível o governo recusar milhões de doses da vacina da Pfizer, vacinas essas que salvariam milhares de vidas. O que mais falta, Brasil?

Os fãs concordaram com a cantora após a realização da postagem no Twitter. "Também não sei o que falta", afirmou um dos seguidores. "É triste a realidade", opinou outro.

Entenda o caso

O CEO da Pfizer na América Latina, Carlos Murillo, informou hoje à CPI da Covid que o governo brasileiro ignorou três ofertas para aquisição de vacinas em agosto do ano passado, três meses depois que as negociações começaram (em maio).

Se um dos acordos tivesse sido fechado, segundo estimativa do depoente, o país teria recebido até o segundo trimestre de 2021 cerca de 18,5 milhões de doses. As primeiras remessas teriam chegado em dezembro do ano passado, conforme o cronograma inicial.

Em novembro, a farmacêutica procurou o Executivo federal outras duas vezes. As conversas começaram a avançar no fim daquele mês. Diante das dificuldades burocráticas, a Pfizer reclamou publicamente e informou que não pediria à Anvisa (Agência Nacional Vigilância Sanitária) o uso emergencial.