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GloboNews tem o melhor mês de junho da história e é líder em SP desde março

No início de junho o "Em Pauta", na GloboNews, reuniu apenas jornalistas negros para discutir racismo - Reprodução
No início de junho o "Em Pauta", na GloboNews, reuniu apenas jornalistas negros para discutir racismo Imagem: Reprodução
Mauricio Stycer

Mauricio Stycer é jornalista desde 1985. Repórter e crítico do UOL, colunista da Folha de S.Paulo, passou por Jornal do Brasil, Estadão, Folha, Lance!, Época, CartaCapital, Glamurama Editora e iG. É autor de "Topa Tudo por Dinheiro - As muitas faces do empresário Silvio Santos" (editora Todavia, 2018).

Colunista do UOL

02/07/2020 05h01

O mercado de notícias nunca esteve tão aquecido quanto neste período de isolamento social provocado pela pandemia de coronavírus. A GloboNews está comemorando o melhor junho de sua história em matéria de audiência, com crescimento de 58% na comparação com o mesmo mês em 2019.

Na Grande São Paulo, considerado o principal mercado publicitário do país, o canal liderou o ranking da TV por assinatura pelo quarto mês consecutivo, com uma média de 0,798 ponto. O resultado é 221% acima do registrado pela CNN Brasil, segundo canal de notícias mais bem colocado, que aparece em 16º lugar com média de 0,248 ponto.

Já no PNT (Painel Nacional de Televisão), que reúne dados de 15 grandes mercados, a GloboNews terminou junho na segunda posição do ranking da TV por assinatura, atrás apenas do Viva. A CNN Brasil aparece em 21º lugar. Mais de 12 milhões de pessoas passaram pela GloboNews em junho.

O canal de notícias do Grupo Globo também está festejando a liderança entre o público de maior poder aquisitivo (AB1) pelo quarto mês consecutivo - três lugares acima e com mais que o triplo de audiência da CNN Brasil. Em junho, a GloboNews registrou média de audiência de 1,173 ponto neste nicho, contra 0,331 da concorrente.

Na terça-feira (30), a CNN divulgou que 80% dos seus espectadores em junho pertencem às classes AB, contra 75% da GloboNews.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL