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Apostando em diversidade, 'BBB 21' também tem recorde de LGBTs

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Fernando Oliveira, conhecido como Fefito, é formado em jornalismo e pós-graduado em direção editorial. Teve passagens pela IstoÉ Gente, Diário de S. Paulo, iG, R7. Atuou como apresentador do Estação Plural, da TV Brasil, Mulheres, da TV Gazeta, e Morning Show, da Jovem Pan.

Colunista do UOL

19/01/2021 21h49

A diversidade parece mesmo ser a tônica da vigésima primeira edição do "Big Brother Brasil". Além de ter um número recorde de participantes negros, o reality show da Globo também a maior quantidade de LGBTs de sua história.

Até o momento, cinco dos confinados por Boninho são declaradamente de orientações diversas da heterossexualidade.

Do camarote, as cantoras Karol Conka e Pocah já declararam em entrevistas que são abertamente bissexuais.

João Luiz e Gilberto, integrantes da Pipoca, são gays.

A psicóloga e DJ Lumena, por sua vez, é lésbica e afirma já ter ficado com uma princesa africana.

Até então, o recorde de participantes da comunidade LGBTQIA+ pertencia ao "BBB 10" - com Angélica Morango que era lésbica e Serginho Orgastic e Dicesar Ferreira, gays - e ao "BBB 20" - com Marcela McGowan, Daniel Lenhardt, Bianca Andrade, que são bissexuais, e Victor Hugo, que é assexual.

O "BBB 21" se equipara apenas ao "BBB 11", que tinha Diana (lésbica), Ariadna (transexual), Paulinha (bissexual), Lucival e Daniel (gays).