De volta ao East High

Série de 'High School Musical' é simples, mas ri de si mesma e diverte

Por Ana Carolina Silva

Saudade de 'High School Musical', né, minha filha?

Aquela fase de 2006 a 2008 não voltará mais. Não temos mais Zac Efron como Troy, Vanessa Hudgens como Gabriela e Ashley Tisdale como Sharpay, mas isso não nos separa do East High: de certa forma, "High School Musical" está de volta. E você tem motivos para ver a série no Disney+.
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Bom humor

A série ri de si mesma. O próprio nome "High School Musical: The Musical: The Series" é piadinha de uma produção que não se leva a sério. E isso é um elogio! Afinal, a trilogia original de "HSM" virou fonte de memes que a gente usa até hoje (como esse Troy saltitante).
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Boas músicas

Que elenco talentoso! A maioria das músicas realmente é cantada ao vivo nas cenas (ou seja, os atores não estão dublando o que gravaram antes em estúdio). Tem boas canções inéditas, criadas para a série, e novas versões dos clássicos dos filmes de "HSM".
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East High

O colégio é o mesmo, tá? Na trama da série, os três filmes de "HSM" foram só filmes (ou seja, Troy Bolton não existe nesse universo e é ficcional assim como na vida real), mas os personagens estudam no mesmo East High e sabem que a trilogia foi gravada lá.
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O Ryan!

O nosso eterno Ryan Evans (Lucas Grabeel) fez uma participação especial na série, com direito a uma ótima música. É muito possível que outros ícones da trilogia original também apareçam ao longo das temporadas, então vale ficar de olho para matar a saudade.
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Leveza

É um alívio ter fontes de leveza em uma pandemia. A série não parece promissora no começo, com rivalidade adolescente e clichês bobos, mas evolui muito após alguns episódios (que são curtinhos). A partir da metade da 1ª temporada, a trama sobre amizades jovens fica mais madura.
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Nostalgia

Nada se compara aos filmes originais, e a série concorda e os homenageia. A trama acerta ao não tentar reescrever a história de Troy e Gabriela: na série, os filmes são obras de ficção amadas pelo público.
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Quarta parede

A série tem o estilo mockumentary ("mocumentário") que faz muito sucesso em "The Office". É como se eles estivessem gravando um documentário, mas em tom de sátira. Por isso, os personagens dão entrevistas para a câmera e quebram a quarta parede.
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Cabeça aberta

Representatividade! Personagens de diferentes etnias, tipos de corpos e orientações sexuais. Quem diria que uma série infanto-juvenil da Disney teria coragem de criar um adorável casalzinho gay? Ah, e a protagonista fala com naturalidade que tem "duas mães".
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Publicado em 16 de janeiro de 2021.