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Sem Frescura: usar calcinha fio dental faz mal à saúde íntima da mulher?

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Do VivaBem, em São Paulo

12/04/2021 04h00

Algumas mulheres acham a calcinha fio dental mais confortável do que modelos comuns, por exemplo. Outra vantagem desse tipo de peça é que ela não marca a roupa que você está usando. Mas, fica a dúvida: será que usar uma calcinha do tipo pode fazer algum mal à saúde íntima da mulher?

De maneira geral, a resposta é não. O formato da calcinha em si não é determinante para essa questão, desde que, é claro, a parte frontal da peça seja capaz de proteger a vulva, como em uma peça comum.

O único problema que pode ocorrer diz mais respeito ao material da calcinha do que ao seu formato na parte de trás. O ideal é dar preferência às peças feitas com fibras naturais, como o algodão. Esse material permite uma maior ventilação da região vaginal, além de reter menos calor e umidade em comparação com as calcinhas feitas com tecido sintético.

As peças de renda, por sua vez, também não causam problemas, desde que tenham um forro em algodão. O motivo para isso é simples: a região vaginal é colonizada por múltiplos micro-organismos que vivem bem em harmonia conosco. Porém, se houver o superaquecimento da região, esses organismos podem se proliferar de maneira descontrolada. Isso pode levar a infecções vaginais, principalmente por fungos, como a candidíase.

Por esse mesmo motivo, especialistas fazem três recomendações. A primeira é evitar ao máximo utilizar por muito tempo aqueles absorventes de uso diário. Eles abafam a região íntima feminina e podem, sim, causar problemas em uso prolongado.

Outra prática recomendada é, sempre que possível, não utilizar calcinha na hora de dormir. Isso ajuda a deixar a região ventilada.

Por fim, evite ao máximo ficar por muito tempo com biquínis e maiôs molhados. O motivo é o mesmo: evitar que a região fique abafada e úmida e garantir a saúde íntima da mulher.

Roteiro: Rodrigo Lara. Fontes: Tarsila Gasparoto, ginecologista da BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo; Gilberto Nagahama, ginecologista e obstetra do CEJAM; Gustavo Anderman Silva Barison, ginecologista do Hospital Santa Catarina; Alexandre Pupo, ginecologista e obstetra do Hospital Sírio Libanês e Hospital Albert Einstein.

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