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Ilha de Páscoa reabrirá aos turistas em agosto pela primeira vez desde 2020

Ilha de Páscoa - Divulgação
Ilha de Páscoa Imagem: Divulgação

De Nossa

26/05/2022 15h21

A Ilha de Páscoa voltará a receber turistas em 1º de agosto, após dois anos e cinco meses fechadas aos visitantes devido à pandemia de covid-19, anunciou o governo chileno na sexta-feira (20).

Rapa Nui, como é conhecida no idioma nativo, receberá de dois a três voos semanais, de acordo com a situação epidemiológica também a partir desta data.

"A reabertura ao turismo, em condições que serão comunicadas em ocasião oportuna, será permitida", afirmou o Ministério da Economia do Chile em comunicado oficial à agência Reuters, mas sem determinar quais seriam os requisitos exigidos dos visitantes.

Mulher rapa nui em dança tradicional - REUTERS/Carlos Barria/File Photo - REUTERS/Carlos Barria/File Photo
Mulher rapa nui em dança tradicional
Imagem: REUTERS/Carlos Barria/File Photo

Antes de definir estas medidas, o governo pretende fazer melhorias à infraestrutura de atendimento de saúde da ilha, para que ela possa lidar com os possíveis casos de covid-19 a surgirem ali após a reabertura.

A Ilha de Páscoa fica isolada no meio do Oceano Pacífico a cerca de 3,7 mil km da costa chilena, o que tornaria uma possível remoção de pacientes difícil.

Ahu Akivi Moais, as estátuas da Ilha de Páscoa - Martin BERNETTI / AFP - Martin BERNETTI / AFP
Ahu Akivi Moais, as estátuas da Ilha de Páscoa
Imagem: Martin BERNETTI / AFP

O território, conhecido pela beleza da cultura polinésia e suas estátuas em pedra, as Moais, também deve receber mais subsídios para os negócios da região que foram impactados pela pandemia.

O povo rapa nui, nativo da ilha, chegou a participar de votação no fim de 2021 para decidir se gostaria de voltar a receber os visitantes. Eles representam cerca de 60% dos 10 mil habitantes da ilha.

Praia de Anakena, na Ilha de Páscoa, Chile - Getty Images/iStockphoto - Getty Images/iStockphoto
Praia de Anakena, na Ilha de Páscoa, Chile
Imagem: Getty Images/iStockphoto

No início da pandemia, parte da população invadiu o aeroporto local para protestar a chegada de viajantes que, com eles, poderiam trazer a covid-19.