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Aspen exigirá vacinação e máscaras de visitantes em temporada de esqui

Esquiar em Aspen, nos Estados Unidos, é um dos passatempos favoritos de celebridades nacionais e internacionais - Getty Images/iStockphoto
Esquiar em Aspen, nos Estados Unidos, é um dos passatempos favoritos de celebridades nacionais e internacionais Imagem: Getty Images/iStockphoto

De Nossa

22/10/2021 09h52

A Aspen Skiing Company (ASC), que regula as atividades dos hotéis e estações de esqui nos estados americanos de Idaho, Colorado e nos condados de Pitkin e Blaine, anunciou que exigirá vacinação de visitantes maiores de 12 anos e o uso de máscara em áreas internas dos complexos.

A medida foi tomada, de acordo com a ASC, por causa do número crescentes de casos de covid-19 nesta região dos EUA. Será necessário apresentar o comprovante de vacinação, em formato físico ou digital (ainda que seja uma foto do comprovante), junto a um documento de identificação para acesso aos hotéis, restaurantes com serviço completo, passeios em neve e experiências programadas onde haja contato entre hóspedes por período prolongado sem máscara.

A vacinação não será exigida para as aulas de esqui, ski lift e snowboard, para comer em restaurantes nas montanhas, comprar ingressos em bilheterias ou locar equipamentos. A lista completa de exigências por tipo de atividade está disponível no site do resort Aspen Snowmass, que opera as montanhas Snowmass, Aspen Mountain, Aspen Highlands e Buttermilk.

Funcionários da ASC também devem comprovar vacinação completa ou fornecer teste negativo de covid-19 semanalmente em caso de impossibilidade de vacinação por motivos médicos ou religiosos reconhecidos pela companhia, para atender aos hóspedes.

Para frequentar as atrações no condado de Pitkin, é necessário ainda sempre usar máscara em local fechado, exceto ao comer. Lembrando que brasileiros poderão retornar aos EUA para o turismo a partir de 8 de novembro, pouco mais de um mês antes do início da temporada de inverno no país.

Quais vacinas serão aceitas?

As autoridades sanitárias americanas liberaram, para o turismo, visitantes que comprovem ter recebido a segunda dose há pelo menos duas semanas de qualquer imunizante aprovado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para uso emergencial.

São eles os dos laboratórios Janssen, Pfizer, Moderna, AstraZeneca (Covishield ou Vaxzevria), Sinopharm e Sinovac, conhecido no Brasil como a vacina CoronaVac.

Cidadãos que receberam esquema vacinal misto, ou seja, doses de mais de um tipo de vacina, também serão considerados totalmente imunizados após duas ou três doses.

Turistas que entrarem em território americano por via terrestre ou marítima não precisarão ser testados.

O CDC exige que todos os passageiros de voos internacionais que chegarem aos EUA (em trânsito ou como destino final), incluindo cidadãos norte-americanos, apresentem um comprovante de teste de covid-19 negativo realizado nos últimos 3 dias ou um atestado de recuperação da covid-19.

O teste deve ser viral (PCR ou de antígeno) com um resultado "negativo" ou "covid-19 não detectado" (testes com resultado "inválido" não serão aceitos) e estar comprovado por escrito o resultado negativo do teste do passageiro, além de incluir o nome do passageiro e outras informações de identificação exatamente como aparecem no passaporte ou outro documento de identificação usado pelo viajante.

Os brasileiros que se recuperaram da covid-19 de 14 e 90 dias antes da ida aos EUA podem apresentar um resultado positivo do teste e uma carta emitida por uma autoridade sanitária com a liberação para viajar.

O atestado de recuperação deve incluir:

  • Comprovante de teste positivo obtido no máximo 90 dias antes da partida (o resultado deve indicar "positivo" ou "covid-19 detectado"; testes com resultado "inválido" não serão aceitos)
  • Uma carta de um profissional de saúde ou agente de saúde pública certificado liberando o passageiro para viajar
  • Nome ou outras informações de identificação do passageiro exatamente como aparecem no passaporte ou outra forma de identificação válida utilizada

O governo americano ainda não detalhou qual será o protocolo geral de entrada adotado em relação a adolescentes entre 12 e 18 anos, embora a faixa etária se qualifique para vacinação tanto no Brasil quanto nos EUA.