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Pai guarda vinho de R$ 18 mil por 17 anos, e filha o usa em sangria

Garrafa de vinho valiosa foi encontrada junto com garrafas de cerveja vazias - Reprodução/Twitter
Garrafa de vinho valiosa foi encontrada junto com garrafas de cerveja vazias Imagem: Reprodução/Twitter

Colaboração para Nossa, em São Paulo

05/07/2021 17h29

Algumas festas podem acabar custando mais caro do que o previsto. Esse foi o caso de uma jovem de 19 anos, que em uma festa com seus amigos no último sábado em Madri, na Espanha, usou o vinho de 2 mil e 500 euros (cerca de R$ 18 mil) para fazer sangria.

17 anos. Esse foi o tempo que o pai de família Pete Jones guardou o vinho Petrus, da tradicional região de Pomerol, na França.

Segundo o Olive Press, Jones deixou a filha Lara fazer uma festa com os amigos na sala de casa. Ele até apareceu no evento, dançou um pouco, bebeu e depois deixou os jovens se divertirem. Mas ele não esperava ter um prejuízo na manhã seguinte.

O homem acordou, se lembrou que havia deixado o vinho luxuoso à vista na casa, e mandou uma mensagem à Lara questionando sobre a bebida. Ela respondeu: "Espero que não tenha sido caro pois acho que meus amigos beberam."

Jones levantou correndo para ver se achava a garrafa, ainda com esperanças. Mas, ele a encontrou vazia.

"Só estou arrasado porque, depois de guardá-lo por 17 anos, nem mesmo pude prová-lo", disse ele. "E o pior é que eles [os amigos da filha] também não, porque fizeram sangria", lamenta.

Sangria é feita à base de vinho, refrigerante, frutas e especiarias. Ou seja, os festeiros não só acabaram com o item preservado por quase duas décadas, como também o misturaram com uma série de sabores.

Triste, ele ainda explica que o vinho representava um valor sentimental por conta do ano da safra do vinho, que fora comprado em 2004. "Minha esposa, Silv, ficou furiosa, mas eu expliquei isso insistindo que era uma safra do ano em que nossa filha mais velha nasceu e que poderíamos ficar com ela para beber com ela em uma ocasião especial", contou Jones.

Errata: o texto foi atualizado
A matéria citou incorretamente Pomerol como uma fabricante de vinhos. Na verdade, trata-se de um local na França. O conteúdo foi corrigido.