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Meteoro Por Trás da Cena


Meteoro por Trás da Cena: como TV Colosso rompeu barreiras e foi inovadora

Do UOL, em São Paulo

29/11/2019 04h00

A TV Colosso é uma espécie de ponto fora da curva na linhagem de programas infantis da TV brasileira. Criada como uma espécie de tapa-buraco da programação em 93, a atração iria ficar apenas quatro meses no ar, enquanto questões contratuais eram definidas para a estreia de Angélica no lugar de Xuxa na TV Globo. Porém, deu tão certo que foram quatro anos de exibição.

E por que funcionou? Porque era algo inovador. Em uma televisão acostumada com auditórios e apresentadores tradicionais, TV Colosso chegou com esquetes engraçadas protagonizadas por cachorros e pulgas. A ideia surgiu do então todo poderoso na Globo José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, empolgado com o sucesso de Família Dinossauro.

Como a Globo não tinha esta expertise, buscou o grupo de teatro gaúcho 100 modos, único no país que unia teatro de bonecos à animatrônica. Para completar, um time de roteiristas formado pelos melhores quadrinistas do país, como Laerte e Angeli, foi contratado.

O sucesso de audiência e de anunciantes foi tão acima do esperado que, além dos quatro anos no ar, a produção foi até comprar pêlos fabricados nos EUA para a indústria de Hollywood. A Globo bancava tudo sem reclamar porque o retorno era certo.

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