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   22h31 - 13/10/2002

Reservas têm papel decisivo na campanha do Mundial masculino

Agência Folha
Em São Paulo

O Brasil chegou à vitória e à conquista do Mundial, usando, na maior parte do jogo, dois reservas na quadra -Ricardinho e Anderson-, estratégia já adotada com sucesso na semifinal contra a Iugoslávia e graças a um saque do também reserva Giovane.

Sem os três, o time iniciou melhor o jogo, liderando quase todo o primeiro set. Com velocidade no ataque, deu poucas chances para o bloqueio russo, que só tinha acertado três jogadas enquanto os brasileiros lideravam.

Mas a situação começou a ser alterada quando Egortchev, atacante que tinha o melhor aproveitamento da equipe russa no bloqueio até a decisão, acertou um lance e foi responsável pelo empate no marcador -20 a 20.

A partir daí, os brasileiros, demonstrando nervosismo, começaram a errar o passe e acabaram perdendo por 25 a 23.

Para o segundo set, uma das instruções de Bernardinho foi para a equipe brasileira tentar forçar melhor o saque -perdeu seis no primeiro, contra três dos rivais- e voltar a jogar como no início, com mais velocidade e variação nas jogadas ofensivas.

Apesar da orientação, o Brasil iniciou o segundo set exatamente como terminou o primeiro.

Os russos, com Egortchev bem no bloqueio e Abramov firme no ataque, chegaram a abrir cinco pontos de vantagem. Mas o time de Bernardinho, numa sequência de saques de André, chegou ao empate -11 a 11.

O técnico, então, substituiu André por Ricardinho e Maurício por Anderson. Com os dois reservas na quadra, o Brasil melhorou e, num set que terminou marcado pelo equilíbrio, venceu -27 a 25.

No terceiro set, o time rendeu ainda mais e, enquanto os russos falhavam no bloqueio, os brasileiros saíam-se bem no saque.

A equipe de Bernardinho, com 75% de acerto na recepção contra apenas 35% dos russos, não teve os problemas do set anterior para fechar em 25 a 20.

Além de aprimorar o saque, começou a utilizar o bloqueio triplo, por ordens da comissão técnica, reduzindo as opções dos adversários, que usavam pouco as bolas de meio.

O Brasil acabou o jogo fazendo 70 de seus 129 pontos de ataque, contra 59 da Rússia -no total, a equipe derrotada fez 117 pontos.

No quarto set, o panorama, que até então era favorável ao Brasil, mudou -o saque brasileiro piorou, e o russo melhorou. Assim, a equipe de Egortchev chegou aos 21 a 17. Com dois contra-ataques após saques de Giba, o Brasil encostou -22 a 21-, mas não conseguiu virar. Perdeu por 25 a 23.

No tie-break, o Brasil fechou com 15 a 13 com um saque perfeito do reserva Giovane, no fundo da quadra, que chegou a beliscar a linha lateral.


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