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ANÁLISE

Texto baseado no relato de acontecimentos, mas contextualizado a partir do conhecimento do jornalista sobre o tema; pode incluir interpretações do jornalista sobre os fatos.

UOL Flamengo #13: Gabigol tem tudo para só ficar abaixo de Zico

Do UOL, em São Paulo

25/05/2021 16h00

Mais uma vez, Gabigol teve importância fundamental na conquista de um título pelo Flamengo. O atacante brilhou na decisão do Campeonato Carioca contra o Fluminense e cada mais vez consolida seu lugar na galeria de maiores jogadores da história rubro-negra. Fica a pergunta: até onde Gabigol pode chegar?

No podcast UOL Flamengo #13 (ouça na íntegra no episódio acima), o apresentador Pedro Lopes, o colunista Rodrigo Mattos e o setorista Alexandre Araújo discutem a crescente importância do atacante para o Fla, a ponto de o jogador ter a chance de ficar apenas atrás de Zico na lista de maiores ídolos do clube.

"Nunca vai existir algum jogador que tenha a identificação e os feitos que o Zico teve pelo Flamengo. Isso é fato. A discussão com o Zico não existe. Gabigol já está entre os dez maiores da história do clube, mas ainda avançar umas casas e só ficar abaixo do Zico. Ele vai se tornar a cara do segundo time mais vitorioso da história", comentou Mattos.

Araújo que a qualidade do atacante extrapola a rivalidade e o torna um jogador com alto nível de admiração pelo país. "Ele é um cara muito intenso em campo. Ele mesmo diz que é fominha. Hoje, Gabigol consegue algo muito interessante que é quase uma idolatria nacional. Os rivais não gostam dele, mas a molecada o imita comemorando gol. Tem uma geração vendo o Gabigol como o grande goleador do Brasil. O jogador que talvez tenha conseguido antes foi o Neymar", opinou.

Mattos considera que o atacante ainda está em evolução. "Além da técnica, me impressiona como ele consegue ser um jogador quente e frio ao mesmo tempo. Ele tem a capacidade de se desligar da pressão do jogo e não sofrer com isso, como na cobrança de pênalti ou ao concluir na cara do gol, mas sem ficar alheio ao clima. Pelo contrário: participa muito, discute. Isso é uma combinação boa e ele está aprendendo a dosar. Antes, ele tomava muito amarelo, era expulso, e aos poucos está melhorando isso", concluiu.

Ouça o podcast UOL Flamengo e confira também a análise da superioridade rubro-negra na decisão contra o Fluminense e da pressão sobre o técnico Rogério Ceni mesmo com a conquista de um título.

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** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL