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Conmebol e Colômbia reclamam de relatório Fifa sobre Copa feminina de 2023

Estados Unidos e Holanda se enfrentaram na final da Copa do Mundo feminina em 2019 - Xinhua/Chen Yichen
Estados Unidos e Holanda se enfrentaram na final da Copa do Mundo feminina em 2019 Imagem: Xinhua/Chen Yichen

Nick Mulvenney e Paulina Duran

18/06/2020 13h25

O principal dirigente de futebol da Colômbia e o chefe da Conmebol escreveram à Fifa reclamando de "conclusões errôneas e discriminatórias" na avaliação da candidatura do país para sediar a Copa do Mundo Feminina de 2023.

A proposta colombiana de levar o torneio para a América do Sul pela primeira vez recebeu a pontuação mais baixa em uma avaliação de três candidaturas pela entidade que controla o futebol mundial antes da votação amanhã.

A proposta conjunta de Austrália e Nova Zelândia foi classificada em 4,1 de 5 pontos no relatório, o Japão recebeu 3,9 pontos, mas a Colômbia apenas 2,8.

Uma carta aos membros do conselho dirigente da Fifa assinada pelo presidente da Conembol, Alejandro Domínguez, e por Ramón Jesurún, que chefia a Federação Colombiana de Futebol (CFC), disse que o relatório carece de "fontes confiáveis" para apoiar suas conclusões.

"No documento, o conselho da Fifa tira algumas conclusões errôneas e discriminatórias sobre três aspectos de importância vital para a pontuação de nossa candidatura", afirma a carta.

Além de reclamações sobre a precisão em relação a serviços médicos, doping e aspectos comerciais da candidatura, a carta fez críticas a duas referências ao terrorismo.

"O 'terrorismo' aludido pelo relatório técnico não existe há muito tempo", diz a carta. "A Colômbia hoje vive em um momento de estabilidade e paz social, fruto dos esforços e maturidade de seu povo."

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