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Comissão de Ética do São Paulo arquiva pedido contra conselheiros acusados pelo Ministério Público

Esporte News Mundo (redacao@esportenewsmundo.com.br)

27/10/2021 12h20

A comissão de Ética do Conselho Deliberativo do São Paulo arquivou uma representação que pedia abertura de um procedimento disciplinar e suspensão liminar de conselheiros: Leonardo Serafim e Douglas Schwartzmann.

A ação de pedido contra os conselheiros foi feita depois que o Ministério Público paulista os denunciou por supostos crimes cometidos durante o comando de Carlos Miguel Aidar, do São Paulo, entre 2014 e 2015. A informação foi publicada inicialmente pelo uol.

Segundo o portal, Antônio Maria Patiño Zorz, presidente da Comissão de Ética, afirmou que não é de competência do órgão investigar, e chegou a indicar que é necessário esperar o final do processo, que ainda está sob sigilo, na Justiça, porém, a decisão não impede que o caso seja investigado novamente e mais cinco pessoas foram acusadas.

Os conselheiros, até então, negam as fraudes. Leonardo Serafim já foi diretor jurídico e ainda continua em influência na nova direção. Douglas Schwartzmann, ocupava o cargo de secretário-geral do Clube e chegou a pedir licença do cargo após a denuncia.

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O MP segue a investigação com três partes de supostos crimes no Clube: contratação do zagueiro Iago Maidana e o repasse de comissões supostamente ilegais nos acordos com a Under Armour e com o escritório de advocacia de José Roberto Cortez. Segundo a denúncia, o ex-presidente do São Paulo teria lesado os cofres por irregularidades durante a transferência do zagueiro Maidana.

Schwartzmann, com suspeita de irregularidades como diretor de marketing do São Paulo, também teria participação em operação de lavagem de R$ 100 mil, segundo o documento. Este caso ainda segue em investigação, mesmo que o Ministério Público considere ter chego a uma "parte significante, sendo o que basta para a imputação", segundo ge.

Já Leonardo Serafim, foi denunciado por um furto qualificado, já que teria participação em um crime patrimonial e lavagem de capitais quando era diretor jurídico no comando de Aidar. Segundo o documento, Serafim teria recebido R$ 70 mil de pagamento.

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