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Brasileiras se agigantam, vencem russas e avançam no vôlei de quadra

04/08/2021 17h13

Tóquio, 4 ago (EFE).- A seleção brasileira começou o "mata-mata" do torneio feminino de vôlei de quadra dos Jogos Olímpicos de Tóquio com uma pedreira, encarando as russas, mas despachou a rival e se garantiu nas semifinais, ficando mais perto de igualar os ouros conquistados em 2008 e 2012.

A partida foi vencida pelas comandadas por José Roberto Guimarães por 3 sets a 1, com direito a virada, com parciais de 23-25, 25-21, 25-19 e 25-22. A batalha que teve como palco a Ariake Arena, na capital japonesa, foi fechada em duas horas e um minuto.

Esta foi a quinta vitória das brasileiras na competição, que lideraram o grupo A do torneio feminino com 100% de aproveitamento. A seleção russa, por sua vez, se despede com campanha decepcionante, já que sofreram a terceira derrota em cinco partidas.

Com o resultado, o Brasil fica a uma vitória nas semifinais de garantir uma medalha no vôlei feminino, após não ter alcançado o pódio em 2016, no Rio de Janeiro, devido eliminação nas quartas de final para a China, no Maracanãzinho.

Pela frente, na próxima etapa do torneio, as campeãs olímpicas de 2008, em Pequim, e em 2012, em Londres encararão a Coreia do Sul, que mais cedo despachou a Turquia, com vitória por 3 sets a 2, com 17-25, 25-17, 28-26, 18-25 e 15-13.

VIRADA SUADA.

Contra uma adversária que era esperada em uma reta mais derradeira da competição, o Brasil sofreu no primeiro set, já que as russas se impuseram na base da força e na perfeição dos fundamentos, para conseguir fechar em 25 a 23.

A segundo parcial, teve momentos dramáticos para as comandadas por José Roberto Guimarães, que chegaram a ficar seis pontos atrás no placar, em 14 a 8. A partir daí, começou um show de Carol Gattaz, Rosamaria, Fê Garay e companhia, que viraram até chegar a 25 a 21.

Nos dois últimos sets, o jogo das brasileiras beirou a perfeição, mesmo em momentos de maior sofrimento, como nos saques da jovem Arina Fedorovtseva, que causava dificuldades na recepção e no fluxo dos ataques.

Com força no bloqueio e muita potência no ataque, o Brasil conseguiu fechar as parciais finais em 25-19 e 25-22, garantindo a vitória por 3 sets a 1 e a classificação às semifinais do torneio olímpico.

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