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Morto no mesmo dia que Maradona, Fidel Castro é homenageado em Cuba

26/11/2020 12h46

Havana, 25 nov (EFE).- Cuba homenageia com atividades virtuais e ampla cobertura midiática o quarto aniversário da morte de Fidel Castro, data que se tornará ainda mais marcante devido à morte de Diego Armando Maradona, que era amigo e admirador do líder cubano.

Nesta noite, haverá uma celebração político-cultural na Universidade de Havana com música, poesia e vídeos sobre a vida e feitos do líder. Este é o único evento presencial programado na capital cubana. Espera-se a presença do presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, como fez no ano passado.

Em Santiago de Cuba, no leste do país, diversas homenagens estão sendo feitas no cemitério de Santa Ifigênia, onde estão os restos de Fidel Castro.

Devido à pandemia de Covid-19, que permanece sob controle em Cuba, com apenas algumas dezenas de casos por dia, o resto das atividades para prestar homenagem ao líder, que morreu nesta data em 2016, estão ocorrendo virtualmente.

O quarto aniversário da morte de Fidel Castro foi marcado pela morte de Maradona, que viajou a Cuba diversas vezes e estabeleceu uma profunda amizade com o líder cubano.

Quatro anos após a morte de Fidel Castro aos 90 anos de idade em 2016, Maradona morreu aos 60 anos de idade, uma coincidência que a partir de agora marcará a lista de acontecimentos de 25 de novembro.

As primeiras páginas dos jornais estatais nesta quarta-feira se dedicaram a exaltar a figura do líder revolucionário. A principal emissora de televisão cubana também prestou homenagem a Fidel, que mudou a história de Cuba ao liderar a Revolução de 1959 e governou o país até delegar o poder ao irmão Raul, em 2008.

O atual presidente, Díaz-Canel, dedicou duas mensagens no Twitter ao falecido líder, o qual afirmou que permanecerá "sempre vivo". EFE

aaf/rmo/vnm

(foto) (vídeo)

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