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Defesa de CR7 admite que pagou US$ 375 mil a mulher que o acusa de estupro

Cristiano Ronaldo se aquece antes do jogo entre Portugal e Sérvia - Rafael Marchante/Reuters
Cristiano Ronaldo se aquece antes do jogo entre Portugal e Sérvia Imagem: Rafael Marchante/Reuters

20/08/2019 13h26

Washington, 20 ago (EFE).- Advogados do atacante português Cristiano Ronaldo admitiram que pagaram US$ 375 mil (cerca de R$1,5 milhão) a uma mulher que o acusou de estupro em 2009 para encerrar o caso em segredo.

A emissora "CNN" revelou hoje um documento no qual a defesa de Ronaldo reconhece que o repasse do valor a Kathryn Mayorga, que acusou o jogador de tê-la estuprado em um hotel de Las Vegas, em um acordo de confidencialidade.

Mayorga entrou com um processo para invalidar o acordo em 2018, argumentando que a defesa do craque português se aproveitou de seu "frágil estado emocional" para obrigá-la a assiná-lo. Cristiano diz que a relação entre os dois foi consensual.

"Nego de maneira taxativa as acusações que me foram dirigidas. O estupro é um crime abominável que vai contra tudo o que sou e o que acredito. Não quero alimentar o espetáculo midiático criado por pessoas que querem se promover à minha custa", disse Cristiano, atual jogador da Juventus, em mensagem postada no Twitter em outubro de 2018.

Os advogados do jogador a ação apresentada por Mayorda viola o acordo apresentado por ela. Por isso, a defesa de Cristiano incluiu no processo acusações de extorsão por parte da suposta vítima e afirmou que ela não apresentou provas suficientes de que carecia de capacidade mental na hora de aceitar os termos do pacto.

Depois do processo apresentado por Mayorda, a Polícia de Las Vegas anunciou a reabertura da investigação sobre o estupro. No entanto, em julho deste ano, a promotoria do distrito de Las Vegas anunciou que não acusaria criminalmente o jogador.

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