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Morre em Montevidéu o único jogador a atuar em seis finais de Libertadores

Néstor Gonçalves tinha 80 anos e defendeu o Peñarol na década de 1960 - Peñarol/Divulgação
Néstor Gonçalves tinha 80 anos e defendeu o Peñarol na década de 1960 Imagem: Peñarol/Divulgação

Da EFE, em Montevidéu

29/12/2016 17h47

O uruguaio Néstor Gonçalves, ex-meia do Peñarol e único jogador que disputou seis finais de Taça Libertadores, morreu nesta quinta-feira aos 80 anos, em um hospital de Montevidéu, onde permaneceu internado por mais de uma semana.

'Tito', como era conhecido, não resistiu a uma complicação hepática surgida em decorrência de um problema cardíaco.

Gonçalves foi campeão da Libertadores com a equipe aurinegra em 1960, 1961 (superando o Palmeiras) e 1966. Além disso, foi esteve presente nas derrotas do Peñarol em 1962, para o Santos, 1965 e 1970 - esta última, no ano em que pendurou as chuteiras.

Além disso, o ex-jogador ajudou o time uruguaio a conquistar duas vezes a Copa Intercontinental, também chamada de Mundial Interclubes, em 1961, batendo o Benfica, e cinco anos depois, vencendo o Real Madrid.

Gonçalves ainda participou da conquista de nove títulos do Campeonato Uruguaio, cinco de forma consecutiva.

No Peñarol, o meia ficou consagrado como "capitão dos capitães", inclusive rejeitando propostas para atuar no River Plate e no Real Madrid. Ao todo, fez 574 partidas pelo clube aurinegro, ajudando na conquista de 15 títulos.

O centro de treinamento da equipe leva seu nome, o que esteve perto de se repetir no novo estádio, que acabou sendo denominado 'Campeón del Siglo' (Campeão do Século, em português). O local.

O filho de Néstor, Jorge Gonçalves, também atuou pelo Peñarol, fazendo parte do elenco que conquistou a Taça Libertadores par ao clube pela última vez, em 1987.

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