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Com Gignac como dúvida, Tigres encara o América na finalíssima do Apertura

24/12/2016 15h42

Cidade do México, 24 dez (EFE).- Ainda sem saber se poderá contar com seu principal jogador, o atacante André-Pierre Gignac, o Tigres tentará fazer valer sua força no Estádio Universitario, em San Nicolás de los Garza, neste domingo de Natal para bater o América e conquistar o título do Torneio Apertura do Campeonato Mexicano.

Após o empate em 1 a 1 no Azteca na última quinta-feira, quem levar a melhor em 'El Volcán' ficará com o título. Em caso de nova igualdade, haverá prorrogação e, se necessário, o campeão sairá em disputa de pênaltis.

Os 'Águias', do meia William da Silva, ex-Palmeiras, têm o maior número de troféus do Mexicano, com 12 títulos, o último deles obtido há dois anos, no Apertura de 2014, em que derrotou justamente o adversário deste domingo na decisão. Já os 'Felinos', que contam com o zagueiro Juninho, ex-Botafogo, têm quatro taças, incluindo a do Apertura do ano passado.

Em busca de 'La Quinta', o Tigres conseguiu um grande resultado na Cidade do México graças a mais um gol de Gignac, o quinto no torneio. No entanto, no segundo tempo no Azteca, o centroavante sofreu uma entorse cervical em uma dividida com o zagueiro Valdez e ainda não sabe se estará em campo neste domingo.

Nesta sexta-feira, o jogador francês postou uma foto no Twitter em que usa um protetor cervical e escreveu: "Obrigado por suas boas vibrações. Tomara que nos vejamos domingo em 'El Volcán'".

Caso vença, o Tigres ainda sentirá um sabor de vingança, já que foi derrotado justamente pelo América na final da Liga dos Campeões da Concacaf. O título seria especial também para o brasileiro Ricardo Ferretti, que completará 1000 jogos como treinador.

Já o clube da capital quer o segundo troféu de seu ano de centenário, depois de ter sido eliminado na Copa MX e ficado com o quarto lugar do Mundial de Clubes. Os 'Águias' até fizeram jogo duro contra o Real Madrid, pelas semifinais, mas perdeu por 2 a 0. Depois, caiu diante do Atlético Nacional, de Medellín, nos pênaltis.

De quebra, o triunfo representaria uma quebra de jejum de 23 anos sem títulos no Mexicano para o treinador argentino Ricardo La Volpe, desde o triunfo à frente do Atlante em 1993.

Nesta sexta, as duas equipes realizaram treinamentos leves. O América fez um coletivo de curta duração e baixa intensidade, enquanto o Tigres trabalhou em carga reduzida.

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