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Perto do prêmio milionário, Natan Schulte enaltece elevado nível em torneio da PFL

Fábio Oberlaender, no Rio de Janeiro (RJ)

Ag. Fight

31/12/2018 16h07

Escalado para enfrentar o russo Rashid Magomedov nesta segunda-feira (31) em Nova York (EUA), o brasileiro Natan Schulte está a um passo de levar para casa um milhão de dólares (cerca de R$ 3,9 milhões). Para isso, ele precisa se tornar o campeão do torneio dos pesos-leves (70 kg) da PFL, torneio que contou com elevado nível de competitividade já no primeiro ano de sua realização.

Prova disso, como destaca o promissor atleta da America Top Team de 26 anos, é que todos os quatro rivais que cruzaram seu caminho nesta temporada, além do próprio Magomedov, já fizeram parte do UFC, maior liga de MMA do mundo.

"Esse ano, principalmente ali na minha categoria, na PFL tinham muitos atletas, se não me engano oito ou nove, que já tiveram passagem pelo UFC. Uns um pouco mais, outros menos. Só que todos caras que lutei até agora foram do UFC, inclusive o Rashid. Então eu já estou lutando em um nível muito alto, mesmo estando fora do UFC, estou lutando com caras que estavam lá", analisou durante conversa com a reportagem da Ag. Fight.

Sem muitos detalhes a dar sobre o rival logo antes do confronto, Natan revela que já conhece o jogo do russo e que a postura como entrar no octógono deve garantir a forma como o combate irá se desenrolar.

"Sim, conheço o Rashid, já dos tempos que via ele no UFC e por treinar na mesma academia. Então conheço um pouco do jogo dele, mas acho que a melhor forma de vencer a luta é imprimindo um jogo com pressão", ponderou, antes de imaginar como usará a prêmio da PFL, caso vença.

"Depois que (risos) eu ganhar o prêmio de um milhão de dólares, eu não ainda muito bem o que eu vou fazer. Mas, com certeza vou fazer algum investimento com esse dinheiro. Não vou deixar essa grana parada não, vou investir, fazer esse dinheiro trabalhar".

Aos 26 anos e apontado como uma das grandes promessas da America Top Team, Natan, caso vença o torneio, terá seu nome no topo do esporte. E, como consequência natural, poderá ter caminhos abertos nas mais diferentes organizações de MMA do mundo, inclusive com o próprio UFC.

"Não sei. Não vou te dizer que: sim, depois que eu for campeão e ganhar o cinturão do PFL, vão abrir muitas portas e dar muita visibilidade. Mas eu só vou saber o que vou fazer mesmo depois da luta, sentar com calma, cabeça mais fria e ver o que eu vou fazer depois de passar por essa temporada toda", finalizou.

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