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"Acostumada às vaias", Robertson minimiza peso da torcida no UFC São Paulo

Felipe Paranhos, em São Paulo (SP)

Ag. Fight

21/09/2018 07h00

Adversária de Mayra 'Sheetara' no UFC São Paulo, que será realizado neste sábado (22), no Ginásio do Ibirapuera, Gillian Robertson não vai contar com o apoio da torcida paulista, que costuma vaiar os lutadores estrangeiros e cantar o conhecido 'Uh, vai morrer!'. A canadense, entretanto, declarou que está acostumada a sofrer pressão das arquibancadas, e que seu cartel no Ultimate mostra que ser preterida pelo público não é um problema.

Robertson tem duas lutas e duas vitórias no Ultimate. Na primeira, derrotou Emily Whitmire, moradora de Las Vegas (EUA), onde aconteceu o combate. Depois, esteve no UFC Liverpool, quando finalizou a local Molly McCann. Por isso, segundo Gillian, não há nada que a torcida brasileira possa fazer de diferente.

"Claro que há pressão, óbvio . Mas esta é minha terceira luta no UFC, e nas minhas duas últimas eu enfrentei lutadores da casa também, então, eu estou acostumada a ser vaiada entrando no cage. Mas, até agora, foram só vitórias, então espero que consiga uma terceira", declarou, bem-humorada, em entrevista exclusiva à Ag. Fight.

Apesar disso, a canadense reconheceu que Mayra pode ser uma adversária dura. Isso porque, como 'Sheetara' só tem quatro lutas no cartel e apenas uma em um evento televisionado internacionalmente ? o 'Contender Series Brasil' ?, não há muitos registros da brasileira dentro do cage.

"Na verdade, não conheço muito dela. Não conseguimos ver muitos vídeos dela. Pelo que vi, ela tem um muay thai muito bom e algumas vitórias por finalização. São coisas que eu preciso tomar cuidado, mas acho que ela nunca enfrentou alguém como eu antes, então acho que com certeza vou sair com uma vitória por finalização no primeiro round", finalizou.

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