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Ecclestone conta conversa sobre Senna ao ser pego com arma em aeroporto

Ex-chefão da F1, Ecclestone detalha apreensão por porte de arma no Brasil - Mark Thompson/Getty
Ex-chefão da F1, Ecclestone detalha apreensão por porte de arma no Brasil Imagem: Mark Thompson/Getty

Do UOL, em São Paulo

27/06/2022 18h52

Ex-chefe da Fórmula 1, Bernie Ecclestone foi preso há cerca de um mês no aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), por carregar uma arma de fogo irregular em sua bagagem. O britânico, que foi solto após pagamento de fiança de R$ 6 mil, conta que Ayrton Senna foi tema das conversas com os policiais durante as horas em que ficou detido.

Em entrevista ao Daily Mail, o personagem da Fórmula 1 afirmou que os assuntos acerca do ídolo brasileiro no esporte o aproximou dos policiais. Os agentes ouviram algumas histórias de Senna, tricampeão mundial de F1 que morreu após um acidente em Ímola, em 1994.

"Foram algumas horas agradáveis, ficamos amigos no final. Rendeu uma boa repercussão. Eu consegui mais exposição do que se eu tivesse cometido um assassinato", brincou Ecclestone ao jornal inglês.

A arma que o britânico carregava era de calibre 32, não tinha documentação regular e foi detectada na revista da Polícia Federal.

"Coloquei [a arma] no bolso da camisa e tirei a camisa. Deixei minhas coisas na cama para serem arrumadas e coloquei na mala. Nunca usei, nem carreguei. Não tinha balas", afirmou o ex-chefão da Fórmula 1.

Aos 91 anos, Ecclestone é casado com a brasileira Fabiana Ecclestone, uma das vice-presidentes da Federação Internacional de Automobilismo (FIA) e integrante do Conselho Mundial de Esporte a Motor.

Por décadas, ele foi o 'Senhor Fórmula 1', homem que fechava os acordos, comandava a categoria e a transformou no negócio multibilionário que é hoje. Ele deixou essa posição em 2017, quando o grupo norte-americano Liberty Media assumiu o controle dos direitos comerciais da modalidade.

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