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Xuxa revela momento quente com Senna e diz que Pelé tem dupla personalidade

Xuxa e Ayrton Senna em Mônaco, em 1989; eles se relacionaram entre 1988 e 1989 - Patrick SICCOLI/Gamma-Rapho via Getty Images
Xuxa e Ayrton Senna em Mônaco, em 1989; eles se relacionaram entre 1988 e 1989 Imagem: Patrick SICCOLI/Gamma-Rapho via Getty Images

Do UOL, em São Paulo

08/04/2022 08h01Atualizada em 08/04/2022 11h51

A apresentadora Xuxa Meneghel revelou que pediu para o piloto Ayrton Senna usar capacete em um momento de intimidade do casal, que ficou junto entre 1988 e 1989. A declaração foi feita em entrevista ao podcast Papagaio Falante, de Sérgio Mallandro. O apresentador, aliás, fez filme e também teve um relacionamento com a "Rainha dos Baixinhos".

Segundo a apresentadora, o fato ocorreu após ela contar a Senna, a quem chamava carinhosamente de "Beco", sobre um episódio de um relacionamento anterior, quando o parceiro pediu para que ela cantasse a música "Quem quer pão?" na hora H.

"Quando me relacionei com o Beco, contei como uma coisa engraçada. Só que na hora que a gente foi ficar junto, ele começou a puxar meu cabelo, como se fosse uma chuca, para cima. Eu falei para ele: 'você quer ficar com a Xuxa da televisão, com chuquinha, com bota. Não tem problema. Eu boto a bota, a chuquinha, e você bota o capacete?'. Foi para pagar com a mesma moeda. Na hora que ele foi, eu fiz 'tananam, tananam' [cantando o 'Tema da Vitória']", disse.

Xuxa afirmou que Senna ligou na Globo uma vez procurando por ela e disse que queria conhecer "a mulher mais bonita do Brasil". "Eu tinha uma coisa com o Beco que ninguém vai entender. Eu falava que eu pensava nele, e ele ligava para mim. A gente tinha uma coisa bem diferente."

A "Rainha dos Baixinhos" falou mais sobre os momentos com o tricampeão da Fórmula 1. "O sonho dele era que o carro de Fórmula 1 tivesse o outro lugar [ao lado do piloto], porque ele dizia que queria muito dividir isso comigo. Ele me passava com detalhes tudo o que vivia ali. Ele me ligava dizendo: 'rodei, capotei, adorei'. Quanto mais adrenalina, melhor. Ele precisava disso."

As pessoas falam muito de alma gêmea e tal. Não sei se isso existe. Se ele fosse mulher, ele falava que gostaria muito de trabalhar com criança. E eu sempre falei para ele que gostava de carro. Eu sempre tive um pé pesado. Eu sempre quis correr. Se ele fosse mulher, ele dizia que gostaria de ter o meu trabalho. E eu, o dele. Então, a gente meio que se completava. Ele era ariano, e eu, também. A gente era muito parecido com gostos de cores e tudo. E também era ruim, porque, quando a gente brigava, eu, cabeça dura, esperava, e ele me esperava Xuxa

"Eu pisei muito na bola com ele. Na realidade, foi tudo uma preparação para hoje eu ter o Junno e não errar de novo. Se eu tivesse o Junno com 20 anos, como foi com o Beco, eu não teria dado valor", acrescentou a apresentadora.

Xuxa ainda disse que Senna foi a primeira grande perda da vida da apresentadora. "A primeira perda grande da minha vida foi quando o Ayrton se foi. Eu sempre achei que o mundo ia dar voltas, a gente ia se encontrar, eu ia falar tudo que eu queria falar, eu ia dizer coisas que eu não disse, eu ia pedir desculpa. Depois, eu vi que, ou você fala agora, faz agora, porque não existe o amanhã. Ali foi um grande aprendizado. Eu soube o que é perder alguém que me importava muito."

"Pelé tem dupla personalidade"

Na mesma entrevista, Xuxa também falou sobre seu relacionamento com Pelé. Eles se conheceram em um ensaio fotográfico, e o relacionamento começou no início dos anos 1980 e durou seis anos. O ex-jogador foi o "primeiro e grande amor" da apresentadora.

Ela declarou que, no início, Pelé levou as modelos que participaram do ensaio fotográfico para uma boate e quase beijou Xuxa na boca na hora de se despedir. No começo, a apresentadora só saía com o ex-jogador com autorização dos pais.

"Meu coração bateu mais forte. Eu falei: 'por que estou fazendo isso com esse cara bem mais velho do que eu?'. Não era uma coisa certa na minha cabeça. Mas ele insistiu. [Pelé] mandava flores para minha mãe, conversava com o meu pai", disse.

"Foi dos 17 aos 23 anos. Foram seis anos. O Pelé realmente tem dupla personalidade, ele fala na terceira pessoa. Eu me apaixonei muito pelo Dico (apelido), que era muito chegado à minha família, era muito divertido."

"Agora, quando tinha essa outra coisa, me deu uma confusão. Às vezes, ele chegava com marca de batom. Ele falava: 'essas mulheres ficam querendo agarrar o Pelé'. Eu, com pouca idade, não entendia direito isso. Achava isso normal. Não foi uma tarefa muito fácil dos meus 17 aos meus 23 anos", acrescentou Xuxa.

Veja a entrevista de Xuxa:

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