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A relação de amor de Guga com Roland Garros

Guga beija o troféu de Roland Garros de 2000
Guga beija o troféu de Roland Garros de 2000
Pool RAT/RIBEIRO / Colaborador /Getty Images

Colaboração para o UOL, em São Paulo

10/06/2021 04h00

História de amor

Há 20 anos, Guga ganhou o torneio de Roland Garros pela terceira vez, coroando uma história de amor entre o tenista e a competição.

Roland Garros é um dos quatro torneios do Grand Slam, a principal série de eventos do tênis. A competição é disputada desde 1891 em quadras de saibro (terra batida) em Paris.

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Guga era 66º no ranking e nunca havia nem chegado a uma final em sua carreira quando entrou em quadra no torneio de 1997. Em uma campanha como azarão, bateu ex-campeões e favoritos durante sua jornada e conquistou o título de maneira surpreendente aos 20 anos de idade.

Em 2000, Guga chegou a Roland Garros em um cenário completamente diferente. Mais experiente, número 5 do ranking, bateu Magnus Norman na final e voltou a ser campeão.

FFT - FFT
Imagem: FFT
Aqui, apareci para o mundo pela primeira vez, vim de lugar nenhum. Eu acho que foi a primeira vez que eu realmente comecei a viver meus sonhos. Agora outro sonho vira realidade.
Guga ao receber o trófeu de Roland Garros pela segunda vez

No tricampeonato, em 2001, a história entre Guga e Roland Garros ganhou o seu momento mais dramático: uma quase eliminação contra o "desconhecido" norte-americano Michael Russell.

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No 3º set, Russel esteve a um match point de eliminar Guga. O brasileiro mandou uma bola que não foi para fora por "um quarto de centímetro", como definiu o próprio tenista. Foi o grande momento da partida, que foi vencida por Guga após uma virada histórica.

Após a vitória, Guga desenhou na quadra um coração, imagem que se tornou histórica.

O tricampeonato

Após esse grande jogo, Guga não deixaria o seu 3º título escapar. E foi isso o que aconteceu: na final, venceu Àlex Corretja.

France Presse: AFP/France Presse- AFP - France Presse: AFP/France Presse- AFP
Imagem: France Presse: AFP/France Presse- AFP
Não sei por que os franceses sempre tiveram respeito, ternura e até devoção por mim. Eles devem gostar do meu estilo e da minha energia. Podemos dizer que era amor com A maiúsculo.<div id="uolpd-video-inarticle"></div>
Gustavo Kuerten, em entrevista ao L'Equipe, em 2020
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