Pesquisão 2019

Os craques do Brasileirão deram sua opinão sobre os melhores e piores dentro de campo, e as polêmicas do ano

Do UOL Esporte

Como funciona

O Pesquisão do UOL Esporte chega em 2019 à oitava edição. O que você verá a seguir é um levantamento realizado com cem jogadores que disputaram a Série A do Campeonato Brasileiro pelos seguintes clubes: Atlético-MG, Botafogo, Corinthians, Cruzeiro, CSA, Flamengo, Fluminense, Fortaleza, Goiás, Grêmio, Internacional, Palmeiras, Santos, São Paulo e Vasco.

Os atletas responderam a 23 perguntas sobre assuntos variados do universo esportivo: desde o melhor jogador, técnico ou narrador do Brasil até temas mais espinhosos, como a consolidação da arbitragem de vídeo e a possibilidade de punição aos clubes por cantos homofóbicos de torcedores.

Como são cem os jogadores que responderam aos questionamentos, as porcentagens são exatas. Os resultados trazem sempre os cinco mais bem colocados. Em casos de empate na 5ª colocação, todos os que receberam a mesma porcentagem de votos aparecem.

Todos os clubes ou pessoas citadas serão mencionados ao longo das reportagens deste Pesquisão. Por fim, é garantido o anonimato aos atletas em relação às suas escolhas.

Divirtam-se!

Um a cada 3 jogadores não aprova trabalho de Tite na seleção

Nem o título da Copa América devolveu ao técnico Tite a aprovação maciça à frente da seleção brasileira, como era, por exemplo, no início do seu trajetória na equipe, em 2016 e 2017. Para 32% do grupo de 100 jogadores da Série A que responderam ao Pesquisão UOL, o trabalho do treinador depois da Copa do Mundo 2018 deixa a desejar.

Por outro lado, 62% dos atletas aprovam o desempenho de Tite no comando da seleção brasileira nos últimos 17 meses. A abstenção atingiu 6%.

Tite chegou à seleção brasileira em junho de 2016, depois da demissão de Dunga. O começo do trabalho teve resultados expressivos, como o primeiro lugar nas Eliminatórias. No Mundial da Rússia, o Brasil foi eliminado pela Bélgica nas quartas de final.

Na atual temporada, a equipe conquistou o título da Copa América, disputada no Brasil, mas ficou cinco partidas sem vencer na sequência. A série negativa foi encerrada no último amistoso de 2019, contra a Coreia do Sul, com um triunfo por 3 a 0.

Neymar afunda, e Bruno Henrique brilha

Nos últimos cinco anos (quase sempre com larga vantagem), Neymar foi eleito pelos boleiros como o melhor jogador brasileiro do mundo. A regra passou longe de se confirmar nesta temporada: o astro do Paris Saint-Germain perdeu a hegemonia e ficou só na quarta posição.

O vencedor do Pesquisão UOL em 2019 joga no Brasil. É Bruno Henrique, atacante do Flamengo, com 19% dos votos.

Neymar chegou a alcançar números entre 60% e 80% nos últimos anos. Desta vez teve a preferência de apenas 14% dos entrevistados. Ainda estão à sua frente Gabigol, do Flamengo, e o goleiro Alisson, do Liverpool.

Enquanto Neymar perdeu força por causa da temporada recheada por lesões e polêmicas, Bruno Henrique foi um dos personagens principais da campanha flamenguista campeã do Brasileirão e da Libertadores. Em 2018, o atacante então no Santos não teve nenhum voto.

O ranking:

1º Bruno Henrique: 19%

2º Alisson: 17%

3º Gabigol: 16%

4º Neymar: 14%

5º Roberto Firmino: 12%

Foram citados: Everton (Grêmio), Everton Ribeiro (Flamengo), Daniel Alves (São Paulo), Cássio (Corinthians), David Neres (Ajax-HOL), Fabinho (Liverpool-ING), Gabriel Jesus (Manchester City-ING), Gérson (Flamengo) e Lucas Moura (Tottenham-ING).

Messi retoma liderança (com folga) após 4 anos

Vencedor do Fifa The Best e da Bola de Ouro da revista "France Football" nos últimos meses de 2019, o argentino Lionel Messi faturou com folga a eleição de melhor jogador do mundo no Pesquisão UOL, que recebe votos de jogadores da Série A do Campeonato Brasileiro de forma anônima. Ele venceu com 62%.

Messi havia sido dominante também em 2015, derrotado nos anos seguintes por Cristiano Ronaldo (56,77% em 2016, 50,4% em 2017 e 42,4% no ano passado). Nesta temporada o português acabou na vice-liderança com 14%, mesma pontuação do zagueiro holandês Virgil van Djik, do Liverpool.

Sadio Mané e Mohamed Salah, seus companheiros de Liverpool, completam o Top 5. Outros três jogadores - inclusive o flamenguista Bruno Henrique, eleito como o melhor brasileiro do mundo - são citados entre os jogadores.

Uma curiosidade: em oito edições do Pesquisão, Cristiano Ronaldo e Messi agora dividem o topo da preferência dos boleiros com quatro vitórias cada um. A 5ª posição no ranking não apareceu, pois o top 5 já havia sido contemplado com os nomes anteriores.

O ranking:

1º Lionel Messi: 62%

2º Cristiano Ronaldo e Virgil van Djik: 14%

3º Sadio Mané: 4%

4º Mohamed Salah: 3%

Foram citados: Kylian Mbappé (PSG), Lewandowski (Bayern de Munique) e Bruno Henrique (Flamengo).

Flamengo domina, mas Santos e Athletico-PR chamam atenção

Campeão carioca, brasileiro e da Libertadores em 2019, o Flamengo foi eleito como o melhor time do país pelos cem jogadores da Série A que responderam ao Pesquisão UOL. Em oito edições, é a primeira vez que o time figura entre os preferidos da boleirada, com direito a larga vantagem: 84% dos votos.

O Flamengo começou a temporada sob o comando de Abel Braga, mas só embalou no segundo semestre, com o português Jorge Jesus. A campanha do Brasileirão quebrou recordes históricos, a da Libertadores foi recheada de emoção e agora a expectativa é pelo Mundial de Clubes - a estreia será amanhã (17).

O Santos, vice-campeão brasileiro, ficou em segundo lugar no Pesquisão UOL, com 6% dos votos. Já o Athletico Paranaense foi o terceiro, com 5%. Outros cinco times foram citados, com destaque para o Fortaleza, campeão cearense e da Copa do Nordeste, e o Bragantino, que faturou a Série B do Brasileirão.

O ranking:

1º Flamengo: 84%

2º Santos: 6%

3º Athletico Paranaense: 5%

4º Bragantino, Corinthians, Fortaleza, Grêmio e Palmeiras: 1%

Flamengo domina Top 5 e tem Bruno Henrique absoluto

Os cem jogadores ouvidos pelo Pesquisão do UOL em 2019 se dividiram em 13 diferentes votos para o melhor do Campeonato Brasileiro. Bruno Henrique, do Flamengo, já havia sido eleito como melhor atleta brasileiro do mundo, e agora repete a ponta da lista como o preferido de 40%.

O atacante já havia sido citado no levantamento do ano passado, quando ainda defendia o Santos mas ficou na terceira posição, com apenas 5,66% dos votos. Gabigol, outro que também estava no clube paulista, foi o segundo, com 8,4%. Ele repete a medalha de prata, mas desta vez com 27% de votos. Dudu, que foi o vencedor em 2018, nem foi mencionado nesta temporada.

Um fato curioso da escolha dos jogadores da Série A do Brasileirão é que o Flamengo domina quatro dos cinco primeiros lugares: além de Bruno Henrique e Gabigol, Everton Ribeiro (13%) e Arrascaeta (4%). O "invasor" da lista é o zagueiro Cuesta, do Internacional, empatado com o uruguaio do Flamengo.

O ranking:

1º Bruno Henrique: 40%

2º Gabigol: 27%

3º Everton Ribeiro: 13%

4º Arrascaeta e Cuesta: 4%

Foram citados: Everton (Grêmio), Carlos Sánchez (Santos), Antony (São Paulo), Cássio (Corinthians), Gabriel (Botafogo), Gérson (Flamengo), Marinho (Santos) e Rodrigo Caio (Flamengo)

Jesus e Sampaoli dominam; Tiago Nunes fica em 3º

O Mister está em alta entre os boleiros. Jorge Jesus foi eleito com sobras o melhor treinador do Brasil pelos 100 jogadores da Série A que responderam ao Pesquisão UOL. Comandante do Flamengo nos títulos do Brasileirão e da Libertadores, o português recebeu 46% dos votos.

O segundo mais votado foi outro gringo: Jorge Sampaoli, argentino que levou o Santos ao vice-campeonato brasileiro, superando o Palmeiras no número de vitórias. O treinador, que já deixou o time alvinegro, foi lembrado por 26% dos entrevistados.

Tiago Nunes, campeão paranaense, da J.League YBC Levain Cup (antiga Copa Suruga) e da Copa do Brasil com o Athletico-PR, ficou na terceira posição. O treinador, que vai comandar o Corinthians em 2020, levou 8% dos votos. Eduardo Barroca, que treinou o Botafogo de abril a outubro, teve 4%, assim como Vanderlei Luxemburgo, treinador do Vasco em oito meses de 2019.

O ranking:

1º Jorge Jesus (Flamengo): 46%

2º Jorge Sampaoli (Santos): 26%

3º Tiago Nunes (Athletico-PR): 8%

4º Eduardo Barroca (Botafogo) e Vanderlei Luxemburgo (Vasco): 4%

Foram citados: Fernando Diniz (Fluminense e São Paulo), Renato Gaúcho (Grêmio) e Rogério Ceni (Fortaleza e Cruzeiro), Odair Hellmann (Inter) e Antônio Carlos Zago (Bragantino).

Abel amarga liderança com Argel em 2º; Carille e Mano são citados

Comandante do Flamengo nos primeiros meses da temporada, Abel Braga foi eleito o pior técnico do Brasil pelos 100 jogadores da Série A que responderam ao Pesquisão UOL. Mesmo com o título carioca, o treinador, que ainda passou pelo rebaixado Cruzeiro no fim do ano, recebeu 24% dos votos.

Argel Fucks, por sua vez, foi o escolhido por 18% dos atletas ouvidos pelo UOL Esporte. Adilson Batista e Oswaldo de Oliveira foram lembrados por 6% dos jogadores. Alberto Valentim e Cuca também terminaram empatados, com 5%, em quarto lugar.

Outros nomes que apareceram no ranking geral foram Fábio Carille, Mano Menezes, Fernando Diniz e Levir Culpi.

O ranking:

1º Abel Braga (Flamengo e Cruzeiro): 24%

2º Argel Fucks (CSA e Ceará): 18%

3º Adilson Batista (Ceará e Cruzeiro) e Oswaldo de Oliveira (Fluminense): 6%

4º Alberto Valentim (Avaí e Botafogo) e Cuca (São Paulo): 5%

Foram citados: Fábio Carille (Corinthians), Mano Menezes (Cruzeiro e Palmeiras), Fernando Diniz (Fluminense e São Paulo), Levir Culpi (Atlético-MG), Dorival Júnior (sem clube), Enderson Moreira (Ceará), Geninho (Vitória), Marquinhos Santos (Chapecoense) e Rodrigo Santana (Atlético-MG)

Gabigol é eleito o mais chato; Dudu e Felipe Melo vêm em seguida

Gabigol, um dos maiores destaques do futebol brasileiro, não está tão bem contado entre seus companheiros de profissão. O artilheiro do Flamengo recebeu o maior número de voto no quesito jogador mais chato.

O camisa 9 rubro-negro teve 30% da preferência do grupo de 100 jogadores da Série A que responderam ao Pesquisão UOL. Dois palmeirenses vêm em seguida, quase empatados: o meia-atacante Dudu foi lembrado por 16% dos atletas ouvidos. Já o volante Felipe Melo levou 15% dos votos.

O argentino D'Alessandro também ficou no pódio da lista dos mais chatos. O meia do Inter foi escolhido por 8% dos seus companheiros. Dois atletas terminaram empatados na quinta posição: o zagueiro botafoguense Joel Carli e o lateral-direito flamenguista Rafinha, com 4% dos votos.

O ranking:

1º Gabigol (Flamengo): 30%

2º Dudu (Palmeiras): 16%

3º Felipe Melo (Palmeiras): 15%

4º D'Alessandro (Internacional): 8%

5º Joel Carli (Botafogo) e Rafinha (Flamengo): 4%

Foram citados: Diogo Barbosa (Palmeiras), Gabriel (Corinthians), Deyverson (Palmeiras), Fagner (Corinthians), Gustavo Gómez (Palmeiras), Luan (Atlético-MG), Maicon (Grêmio), Neymar (PSG), Pedro Ken (Ceará), Reinaldo (São Paulo), Rodrigo Lindoso (Internacional), Soteldo (Santos) e Thiago Neves (Cruzeiro)

Marinho é o mais "boa praça", com Reinaldo e Willian Bigode na 2ª posição

Conhecido pelas entrevistas bem-humoradas, Marinho foi eleito o jogador mais "boa praça" pelos 100 jogadores da Série A que responderam ao Pesquisão UOL. O atacante do Santos recebeu 11% dos votos. Ao todo, 50 atletas foram citados.

Dois jogadores ficaram empatados na segunda posição; o lateral-esquerdo Reinaldo, do São Paulo, e o atacante Willian, do Palmeiras. Eles foram mencionados por 5% dos seus companheiros.

Rafinha e Rodinei, ambos laterais do Flamengo, vieram na sequência, com 4% dos votos. As respostas mostram que o posto tem bastante concorrência, com representantes de vários clubes. Ao todo, 50 jogadores receberam votos.

O ranking:

1º Marinho (Santos): 11%

2º Reinaldo (São Paulo) e Willian Bigode (Palmeiras): 5%

3º Rafinha (Flamengo) e Rodinei (Flamengo): 4%

Foram citados: Diego Souza (Botafogo), Fábio Santos (Atlético-MG), Leo Valencia (Botafogo), Valdívia (Colo-Colo, em 2019), Bruno Alves (São Paulo), Bruno Henrique (Flamengo), Cícero, D'Alessandro (Internacional), Dedé (Cruzeiro), Fred (Cruzeiro), Ganso (Fluminense), Marcelo Oliveira (Grêmio), Mateus Vital (Corinthians), Rodrigo Caio (Flamengo), Rodrigo Moledo (Internacional), Rodrigo Pimpão (Botafogo), Bruno Vieira (Internacional), David Braz (Grêmio), Edenílson (Internacional), Elias (Atlético-MG), Fellipe Bastos (Vasco), Fernando Prass (Palmeiras em 2019), Gabriel (Corinthians), Geromel (Grêmio), Gil (Corinthians), Guga (Atlético-MG), Hernan Pellerano (Quito), Hernanes (São Paulo), Igor Gomes (São Paulo), Jackson (Fortaleza), Jean (São Paulo), Júnior Urso (Corinthians), Léo (Cruzeiro), Luan (Atlético-MG), Luan (São Paulo), Maicon (Grêmio), Pará (Santos), Pato (São Paulo), Rafael Sóbis (Internacional), Ralf (Corinthians), Raniel (São Paulo em 2019), Sandry (Santos), Soteldo (Santos), Victor Ferraz (Santos), Vitor Hugo (Palmeiras)

Raphael Claus é eleito o melhor árbitro, seguido de Daronco

O paulista Raphael Claus foi eleito o melhor árbitro do futebol brasileiro em 2019. Ele recebeu 27% dos votos no levantamento realizado com 100 jogadores da Série A que responderam ao Pesquisão UOL.

O segundo colocado, também com votação expressiva, foi o gaúcho Anderson Daronco, que foi mencionado por 19% dos atletas ouvidos. Luiz Flávio de Oliveira e Rafael Traci terminaram empatados em terceiro, com 6%.

Wilton Pereira Sampaio ficou em quarto lugar, com 4%, seguido de perto por Leandro Pedro Vuaden, que recebeu 3% dos votos.

O ranking:

1º Raphael Claus: 27%

2º Anderson Daronco: 19%

3º Luiz Flávio de Oliveira e Rafael Traci: 6%

4º Wilton Pereira Sampaio: 4%

5° Leandro Pedro Vuaden: 3%

Foram citados: Flávio Rodrigues de Souza, Ricardo Marques Ribeiro e Rodolpho Toski Ribeiro

Daronco leva título de pior árbitro, seguido de perto por Ricardo Marques

Segundo colocado entre os melhores árbitros do futebol brasileiro em 2019, Anderson Daronco foi bem votado também entre os piores. O gaúcho terminou em primeiro lugar na lista ao ser mencionado por 18% dos 100 jogadores da Série A que responderam ao Pesquisão UOL.

Daronco foi seguido de perto por Ricardo Marques Ribeiro, que teve 14% dos votos. Rafael Traci fechou o pódio ao receber 6% dos votos.

A quarta posição ficou dividida entre Dewson Freitas e Rodolpho Toski Ribeiro, com 5%. Heber Roberto Lopes e Wilton Sampaio tiveram 4% dos votos.

O ranking:

1º Anderson Daronco: 18%

2º Ricardo Marques Ribeiro: 14%

3º Rafael Traci: 6%

4º Dewson Freitas e Rodolpho Toski Ribeiro: 5%

5º Heber Roberto Lopes e Wilton Sampaio: 4%

Foram citados: Bráulio da Silva Machado, Luiz Flávio de Oliveira, Wagner Reway, Diego Pombo, Paulo Roberto Alves Júnior, Wagner do Nascimento Magalhães, Raphael Claus e Rodrigo Dalonso Ferreira.

Felipe Melo é apontado como o jogador mais violento, seguido de Fagner

Conhecido pela raça em campo, Felipe Melo ganhou um título amargo entre os boleiros. O volante do Palmeiras foi eleito o jogador mais violento do país pelos 100 jogadores da Série A que responderam ao Pesquisão UOL. Ele foi citado por 56% dos votantes.

É a terceira vez que o jogador fica com o título: ele também foi eleito o mais violento em 2017 e 2018 — antes dele, em 2016, o também volante Leandro Donizete, então no Atlético-MG, foi o eleito.

Em 2019, o lateral-direito Fagner, do Corinthians, veio na sequência, com 16%. A lista também incluiu o zagueiro Joel Carli, do Botafogo, que terminou na terceira posição, com 5%.

Edilson, do Cruzeiro, também foi lembrado: 3% dos atletas citaram o lateral-direito. A quinta colocação ficou com o trio Alison, do Santos, Kannemann, do Grêmio, e Leandro Castán, do Vasco.

O ranking:

1º Felipe Melo: 56%

2º Fagner: 16%

3º Joel Carli: 5%

4º Edilson: 3%

5: Alison, Kannemann e Leandro Castán: 2%

Gustavo Villani desbanca Galvão Bueno e é o melhor narrador do ano

Após quatro anos invicto, Galvão Bueno não levou o título de melhor narrador do ano no Pesquisão UOL. Em 2018 e 2017, o global levou a dobradinha: foi eleito o melhor e o pior narrador pelos boleiros. Agora, foi a vez de Gustavo Villani brilhar.

Villani foi eleito o narrador #1 com 26% dos votos dos craques da Série A que participaram do levantamento. O segundo lugar foi disputado. Galvão teve 18% da preferência, mas Luís Roberto veio na sua cola: recebeu 17% dos votos.

Cléber Machado e Milton Leite disputaram a 4ª e 5ª colocação, com 11% e 10% dos votos, respectivamente.

O ranking:

1º Gustavo Villani (26%)

2º Galvão Bueno (18%)

3º Luís Roberto (17%)

4º Cléber Machado (11%)

5º Milton Leite (10%)

Foram citados: André Henning, Rômulo Mendonça, Daniel Pereira, Jaime Junior, Jorge Iggor, Jota Júnior, Marco de Vargas, Rogério Corrêa

Entrevistas exclusivas

Ricardo Borges/UOL

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Na lista de piores, Galvão e Villani invertem posições

Como todos amam reclamar de Galvão Bueno, o principal narrador da Globo manteve-se em evidência no Pesquisão UOL. Desta vez, voltou ao topo na categoria pior narrador do ano — é o terceiro ano seguido que ele ocupa a posição. Os 100 jogadores que participaram elegeram Gustavo Villani como o segundo pior narrador entre os piores. Foi uma inversão de papéis na enquete de melhor narrador, que teve Villani em primeiro lugar e Galvão em segundo.

Galvão teve 21% dos votos, enquanto Villani ficou com 8%. O pódio contou ainda com Cléber Machado (7%), André Henning (6%) e um empate triplo entre Alex Escobar, Milton Leite e Téo José (4% cada).

O ranking:

1º Galvão Bueno (21%)

2º Gustavo Villani (8%)

3º Cléber Machado (7%)

4º André Henning (6%)

5º Alex Escobar, Milton Leite e Téo José (4% cada)

Foram citados: João Guilherme, Luiz Carlos Júnior, Luciano Périco, Marco de Vargas, Daniel Pereira, Jader Rocha, Jota Júnior, Luís Roberto, Nivaldo Prieto, Odinei Ribeiro, Rogério Corrêa

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Treinadores brasileiros levam vantagem sobre os estrangeiros

A temporada 2019 foi marcada pelo sucesso dos treinadores estrangeiros. O português Jorge Jesus levou o Flamengo ao título da Libertadores e do Brasileirão. Já o argentino Jorge Sampaoli alcançou um surpreendente vice-campeonato brasileiro com o Santos.

Nem mesmo essas campanhas de sucesso fizeram a cabeça dos dos 100 jogadores da Série A que responderam ao Pesquisão UOL. Apenas 38% deles afirmaram que os treinadores estrangeiros têm mais conhecimento que os brasileiros.

Já 57% dos atletas ouvidos responderam que os técnicos brasileiros levam vantagem sobre os estrangeiros. Cinco jogadores se abstiveram.

Dentro dos departamentos de futebol dos clubes, porém, a história parece ser diferente. Nas últimas semanas, o número de técnicos estrangeiros especulados nos times nacionais disparou. O Santos, por exemplo, após a experiência com Sampaoli apostou no português Jesualdo Ferreira. O Inter já tinha fechado com o argentino Eduardo Coudet.

Além disso, o Atlético-MG está negociando com o venezuelano Rafael Dudamel e o Athletico chegou a analisar o nome do espanhol Miguel Ramirez, que ficou no Independiente Del Valle, do Equador. Além deles, o Palmeiras flertou com um estrangeiro: as negociações com Sampaoli fracassaram e o time acabou fechando com Vanderlei Luxemburgo.

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Caio Ribeiro é o melhor comentarista de novo; Ana Thaís cresce

Caio Ribeiro, ex-jogador profissional e hoje comentarista do Grupo Globo, foi o preferido dos boleiros pelo nono ano seguido. É isso mesmo: desde que existe o Pesquisão UOL o global é votado pelos atletas como o melhor de sua função no país. Ele teve 29% dos votos, mais do que no ano passado. O maior índice já atingido por Caio foi em 2013, com quase 50% da preferência.

Outros dois ex-jogadores aparecem entre os cinco preferidos pela boleirada: Pedrinho, que trabalha no Grupo Globo somente desde agosto e já abocanhou o segundo lugar, com 14% dos votos, e Denilson, da Band. O comentarista do "Jogo Aberto" repetiu a quarta colocação: 7,5% em 2018 e 5% nesta temporada. Mauro Cezar Pereira, da ESPN, divide a posição com o ex-jogador em 2019.

Pela primeira vez desde que o Pesquisão UOL é realizado, uma mulher aparece no ranking dos melhores comentaristas da TV: é Ana Thaís Matos, do Grupo Globo, que ficou em terceiro lugar na preferência dos jogadores, com 7%. Ela só havia sido citada na edição do ano passado.

Três jogadores se abstiveram da votação para melhor comentarista.

O ranking:

1º Caio Ribeiro (29%)

2º Pedrinho (14%)

3º Ana Thaís Matos (7%)

4º Denilson e Mauro Cezar Pereira (5%)

Foram citados: Alex, Alexandre Lozetti, Arnaldo Ribeiro, Carlos Eduardo Lino, Casagrande, Edmundo, Fábio Luciano, Fábio Sormani, Grafite, Héverton Guimarães, Júnior, Mauricio Noriega, Mauro Beting, Menon, Muricy Ramalho, Petkovic, PVC, Rafael Oliveira, Raphael Rezende, Ricardinho, Roger Flores e Zé Elias.

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Pior comentarista: Mauro Cezar desbanca Neto após 3 anos

Depois de derrotar Roger Flores em 2016, o comentarista Neto havia sido eleito pelos jogadores ouvidos no Pesquisão UOL como o pior de sua função no Brasil em todas as votações posteriores, com 33,89% dos votos no primeiro ano, 36% em 2017 e 16% no ano passado. Em 2019, a realidade mudou: o profissional da Band recebeu 18% dos votos, mas ficou somente na segunda colocação.

O detentor do posto de pior comentarista de 2019 de acordo com a boleirada é Mauro Cezar Pereira, da ESPN, com 22% dos votos — curiosamente, ele é o quarto da lista de preferidos, em um fenômeno parecido com o de Galvão Bueno, eleito por três anos seguido como o melhor e o pior narrador do país. O jornalista também é blogueiro do UOL Esporte e comentarista do podcast "Posse de Bola".

Walter Casagrande Júnior, do Grupo Globo, também está no ranking de piores comentaristas ao lado de outro ex-jogador: Velloso, da Bandeirantes. Completam a lista dois profissionais dos canais Fox Sports: Felippe Facincani e Fábio Sormani. Mais 15 pessoas foram citadas, entre elas oito atletas aposentados. Ao todo, 12 jogadores em atividade se abstiveram desta votação.

O ranking:

1º Mauro Cezar Pereira (22%)

2º Neto (18%)

3º Casagrande (10%)

4º Felippe Facincani (6%

5º Fábio Sormani e Velloso (4%)

Foram citados: Alê Oliveira, Ana Thaís Matos, Arnaldo Ribeiro, Carlos Alberto, Carlos Cereto, Edmundo, Grafite, Júnior, Marco Antônio Rodrigues, Maurício Saraiva, Paulo Nunes, Ricardinho, Roger Flores e Ronaldo.

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Para a maior parte dos jogadores brasileiros, o VAR melhorou o futebol

Não foram poucas as polêmicas em torno do árbitro de vídeo na segunda temporada em que ele foi usado no futebol brasileiro. Apesar disso, 64% dos jogadores acreditam que o VAR melhorou o futebol.

Por outro lado, 33% do grupo de 100 jogadores da Série A que responderam ao Pesquisão UOL disse que o sistema não ajudou na melhora do esporte. Seis atletas se abstiveram em relação à questão.

Ao longo da temporada, o VAR esteve no centro de algumas das principais polêmicas do futebol nacional. O Botafogo, por exemplo, tentou anular um jogo com o Palmeiras pelo Brasileirão alegando um erro de direito do árbitro por revisar um lance no vídeo depois de já ter autorizado o reinício da partida.

Dirigentes de vários clubes vieram a público reclamar do uso do VAR e de uma suposta falta de critério da arbitragem sobre quando e como utilizar a ferramenta. Além disso, outra reclamação constante foi a demora para que as decisões fossem tomadas. Apesar de tudo, entre os boleiros, a novidade foi aprovada.

Times devem perder pontos por homofobia, dizem 64% dos jogadores

A homofobia é vista como caso de punição aos clubes pela maior parte dos 100 jogadores da Série A que responderam ao Pesquisão UOL. Para 64% dos atletas, um caso de homofobia durante uma partida deveria resultar em punição ao clube. Em contrapartida, 30% dos jogadores acreditam que a prática não é passível de punição. Seis deles se abstiveram.

A discussão chega em um momento oportuno para o tema. Em junho, o STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu utilizar a legislação de crimes de racismo para punir homofobia e transfobia. Com isso, o STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva) precisou definir o que o futebol teria de fazer a esse respeito. Em campo, a decisão foi emitir uma ordem para que árbitros relatassem gritos homofóbicos nas súmulas e paralisassem as partidas sempre que percebessem casos do tipo. Nenhum time ainda perdeu pontos por homofobia, mas durante o ano foram relatados diversos casos:

Vasco x São Paulo parado

Durante a vitória do Vasco sobre o São Paulo no final de agosto, alguns torcedores do Vasco cantaram uma música em que chamavam a equipe adversária de "time de viado". O árbitro Anderson Daronco paralisou a partida - foi a primeira vez que a ação foi tomada no futebol brasileiro. O técnico Vanderlei Luxemburgo e o capitão da equipe, Yago Pikachu, pediram para a torcida parar o ataque e a partida voltou. Daronco relatou o fato na súmula, o clube chegou a ser denunciado, mas o incidente acabou arquivado.

Após o caso, os clubes da Série A do Brasileiro lançaram uma campanha de combate à homofobia nas redes sociais. O Vasco, na partida contra o Cruzeiro, entrou em campo com uma faixa contra a homofobia.

Felipe Bastos x Fluminense

Antes disso, o Vasco já tinha ficado no centro de outro problema. Após o título da Taça Guanabara, conquistado pelo clube, Felipe Bastos, ao lado de um funcionário vascaíno, usou xingamentos homofóbicos para hostilizar o Fluminense, derrotado por 1 a 0 — no confronto, cabe destacar, a torcida vascaína entoou o mesmo cântico: "Time de viado". Em seguida, o Fluminense, através de suas redes sociais, se posicionou sobre a polêmica, que também culminou em um pedido de desculpas de Felipe Bastos. O jogador foi suspenso por três partidas.

Torcida brasileira na Copa América

Durante a Copa América no Brasil, em junho, os jogos não pararam, mas a CBF acabou multada pela Conmebol quando a torcida brasileira em Brasil x Bolívia, duelo de abertura da competição, gritou "bicha" em um tiro de meta. Não foi a primeira vez que isso aconteceu. Durante as eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018, na Rússia, a CBF já havia sido punida pelo menos motivo.

Torcedores do Cruzeiro são atacados

Não foram apenas jogadores que sofreram ataques. Torcedores também sofreram. Em setembro, durante Cruzeiro x Vasco, no Mineirão, um casal de torcedores do Cruzeiro foi ameaçado por estarem abraçados e se beijando no estádio. A troca de afagos foi gravada por diversas pessoas e, em uma forma de intimidação, foi espalhada pelas redes sociais. Após os ataques homofóbicos, os dois registram um boletim de ocorrência para tentar identificar os agressores na internet.

Resenha ESPN é o melhor programa pelo 4º ano seguido

Apresentado pelo jornalista André Plihal nas sextas-feiras, às 22h, o "Resenha ESPN" apresentou em 2019 um novo cenário, inspirado no vestiário de um estádio de futebol. O que não mudou foi a preferência dos jogadores: pelo quarto ano seguido, o programa da ESPN Brasil foi eleito como o melhor pelo Pesquisão UOL, que ouviu cem jogadores que disputaram a Série A do Campeonato Brasileiro nesta temporada.

A hegemonia começou no primeiro ano em que o tópico "programa esportivo" foi incluído no questionário apresentado aos boleiros: 22,8% em 2016, 14,4% em 2017, 29,2% no ano passado e 26% em 2019.

O "Bem, Amigos!", apresentado por Galvão Bueno no SporTV, também foi o segundo colocado nos quatro levantamentos realizados, desta vez com 12% dos votos. Empatado com o "Seleção SporTV", de André Rizek, aparece uma surpresa em terceiro lugar: o "Jogo Aberto", conduzido por Renata Fan na Band. O programa da TV aberta nunca tinha passado da quinta posição nos quatro anos anteriores.

Ao todo, 15 programas de quatro diferentes canais foram citados pela boleirada.

O ranking:

1º Resenha (26%)

2º Bem, Amigos! (12%)

3º Jogo Aberto e Seleção SporTV (8%

5º Bola da Vez (7%)

Foram citados: BB Debate, Boleiragem, Esporte Espetacular, Fala Muito!, Futebol no Mundo, Globo Esporte, Linha de Passe, Os Donos da Bola, Terceiro Tempo e Troca de Passes.

"Os Donos da Bola" aumenta rejeição entre boleiros como pior programa

Da mesma maneira que o "Resenha ESPN" foi o programa esportivo preferido dos jogadores nos quatro anos em que essa pergunta foi feita no Pesquisão UOL, "Os Donos da Bola" também mantém sua hegemonia em todos os levantamentos realizados com jogadores da Série A, mas como o pior programa.

Em 2019, o programa apresentado pelo ex-jogador Neto na Band atingiu 28% dos votos, mais do que no ano passado. A maior marca foi atingida na votação de 2017, quando foram quase 38%.

Nos quatro anos de realização do levantamento, também há coincidência na segunda colocação: é o "Fox Sports Rádio", da Fox Sports: 7,6% em 2016, 8,1% em 2017, 20,7% no ano passado e 15% em 2019. Já a terceira posição é de um programa que estreou neste ano. "Acabou a Brincadeira", conduzido pelo jornalista Carlos Cereto no SporTV, recebeu 14% da rejeição dos boleiros.

Ao todo foram citados 14 programas de cinco diferentes canais. Até um programa fora do universo esportivo ganhou menção: o humorístico "Zorra", da Globo.

O ranking:

1º Os Donos da Bola (28%)

2º Fox Sports Rádio (15%)

3º Acabou a Brincadeira (14%)

4º Bem, Amigos! (12%)

5º Jogo Aberto (9%)

Foram citados: BB Debate, Esporte Espetacular, Globo Esporte, Grande Círculo, Linha de Passe, Redação SporTV, Seleção SporTV, Troca de Passes e Zorra.

Quase 100% dos jogadores querem calendário parado em datas Fifa

A temporada de 2019 foi mais uma marcada por um problema já conhecido do futebol brasileiro: os campeonatos não param em datas Fifa, aquelas reservadas para jogos entre seleções. O desgaste só aumenta. Neste ano, a data Fifa que teve os empates da seleção brasileira contra Nigéria e Senegal, em outubro, causou 29 desfalques no Campeonato Brasileiro, sendo que oito deles estiveram a serviço da equipe comandada por Tite. O conflito de datas entre clubes e seleção esvazia as competições nacionais de seus astros ou impede o treinador de convocar os nomes que gostaria.

Nos amistosos de setembro, contra Peru e Colômbia, jogadores dos times semifinalistas da Copa do Brasil, foram poupados. Em novembro, diante de Argentina e Coréia do Sul, não foram chamados jogadores do Flamengo, então finalista da Libertadores. E por aí vai.

Os jogadores ouvidos pelo Pesquisão UOL foram quase unânimes: 96% acreditam que o futebol brasileiro deveria ser paralisado durante o período das datas Fifa. Apenas 1% não acredita que isso seja um problema. Por fim, 3% dos jogadores consultados neste levantamento se abstiveram de escolher um lado na votação.

O fim dos conflitos de datas foi uma das bandeiras de Rogério Caboclo, que assumiu a presidência da CBF em abril. No calendário de 2020 a promessa foi cumprida, mas não resolverá o problema: apesar de não haver jogos especificamente nos dias reservados às seleções, há uma série de conflitos graves que podem atingir até 18 datas de clubes, como rodadas do Brasileiro no dia seguinte a partidas de Eliminatórias da Copa. Tudo certo, nada resolvido.

O futebol brasileiro deveria parar nas datas Fifa?

Sim (96%)

Não (1%)

Abstenções (3%)

Quase 10% dos jogadores "ignora" Olimpíadas de Tóquio

O Brasil defenderá a medalha de ouro do futebol masculino nas Olimpíadas de Tóquio, em 2020.

Ao contrário do que acontece em torneios como a Copa do Mundo ou a Copa América (que também tem uma edição no ano que vem), a Olimpíada permite a inscrição de apenas 18 jogadores, sendo três com mais de 23 anos. Por isso, uma das perguntas do Pesquisão UOL aos cem jogadores da Série A foi: você gostaria de defender a seleção nos Jogos Olímpicos de Tóquio?

Surpreendentemente, 9% responderam que não desejam estar no Japão a partir de julho de 2020, contra 87% que fazem planos de estar lá. Outros 4% se abstiveram de responder ao questionamento.

Em 2016, no inédito ouro olímpico do futebol masculino, os três acima de 23 anos na lista do técnico Rogério Micale foram Weverton, Renato Augusto e Neymar. Para 2020 o comandante será André Jardine, que tem pela frente o torneio pré-olímpico em janeiro, na Colômbia. A apresentação do grupo de 23 jogadores será no dia 3, na Granja Comary. Entre eles há 13 nomes da Série A do Brasileirão.

Você gostaria de defender a seleção nos Jogos Olímpicos de Tóquio?

Sim (87%)

Não (9%)

Abstenções (4%)

Nos anos anteriores

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Pesquisão 2018

Ano passado, o Pesquisão perguntou sobre assédio no futebol, e viu Philippe Coutinho se aproximar de Neymar, maior craque brasileiro. A maioria dos jogadores disse não apoiar candidatos com camisa do clube.

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