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Recordista olímpico, Thiago Braz torceu para sueco não superar sua marca

Armand Duplantis, medalhista de ouro, e Thiago Braz, medalhista de bronze, no salto com vara nos Jogos de Tóquio-2020 - HANNAH MCKAY/REUTERS
Armand Duplantis, medalhista de ouro, e Thiago Braz, medalhista de bronze, no salto com vara nos Jogos de Tóquio-2020 Imagem: HANNAH MCKAY/REUTERS

Do UOL, em São Paulo

03/08/2021 16h48

Medalhista de bronze no salto com vara, Thiago Braz disse nesta terça-feira que torceu para que o sueco Armand Duplantis, que conquistou o ouro nestas Olimpíadas, não superasse o recorde do brasileiro, de 6,03m, estabelecido nos Jogos do Rio-2016.

"Ele que me perdoe, mas, sim, eu queria que meu recorde permanecesse. Não é fácil, nas Olimpíadas, com toda a pressão, com o peso que é, saltar seu melhor resultado. Mas ele tinha total possibilidade de saltar o recorde mundial e olímpico. E eu acredito ainda, tenho essa esperança, de que para mim é possível [saltar acima de 6,03m] e bater meu próprio recorde."

Braz conquistou o bronze ao passar o sarrafo a 5,87m. O americano Christian Nielsen, que saltou 10 centímetros mais alto, garantiu a prata. Duplants foi ao lugar mais alto do pódio com a marca de 6,02.

O recorde alcançado por Braz nos Jogos do Rio segue como a maior marca da prova na história das Olimpíadas. O brasileiro manteve a marca mesmo com o ouro do sueco, porque Duplantis optou por bater seu próprio recorde mundial, de 6,18m, ao tentar - e falhar -, por três vezes, passar o sarrafo em 6,19m.