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Porta-bandeira do Brasil, Bruninho debuta e abre alas para recorde no vôlei

O capitão Bruninho disputa a quarta Olimpíadas da carreira e vai em busca de um recorde - Gaspar Nóbrega/COB/Gaspar Nóbrega/COB
O capitão Bruninho disputa a quarta Olimpíadas da carreira e vai em busca de um recorde Imagem: Gaspar Nóbrega/COB/Gaspar Nóbrega/COB

Henrique André

Do UOL, em Belo Horizonte

24/07/2021 01h58

Escolhido pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB) para ser porta-bandeira da delegação na cerimônia dos Jogos de Tóquio, ao lado da judoca Ketleyn Quadros, o levantador Bruninho ensaiou passos de samba durante o desfile e, em quadra, horas depois, abriu alas para a o caminho rumo à quarta medalha de ouro da seleção brasileira masculina de vôlei no torneio mais importante do planeta.

Capitão do time de Renan Dal Zotto, o levantador ajudou a equipe a estrear com vitória na Olimpíada, 3 sets a 0 sobre a Tunísia (25/22, 25/20 e 25/15) e iniciar com moral a busca pela manutenção do lugar mais alto do pódio; na última edição, disputada no Rio de Janeiro, os anfritriões fizeram a festa no Maracanãzinho.

Meta pessoal

Além da missão de ser o comandante em quadra da seleção, Bruninho busca também um recorde. Caso deixe o Japão com mais uma medalha no peito, o jogador de 35 anos anos vai igualar o recorde do ex-líbero Serginho Escadinha, que acumula quatro medalhas, sendo dois ouros e duas pratas; o levantador, por sua vez, tem um ouro e duas pratas.