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Comentarista da ESPN diz que entende quem não quer tomar vacina

Paulo Antunes durante cobertura do Super Bowl - reprodução/Instagram
Paulo Antunes durante cobertura do Super Bowl Imagem: reprodução/Instagram

16/10/2021 00h40

O comentarista Paulo Antunes viralizou na última sexta-feira após comentar a situação de atletas das ligas norte-americanas que não estão se vacinando contra o Covid-19 e, por isso, foram afastados das disputas, como o armador Kyrie Irving. No programa ESPN League, o jornalista do grupo Disney afirmou que entende a vontade destes jogadores pela velocidade do desenvolvimento do imunizante.

"Eu respeito. Se ele não quiser tomar a vacina, ele não toma. Eu acho que as pessoas precisam colocar no corpo delas o que elas acham que é certo. Se é uma vacina que vai funcionar ou não, depende, a vacina faz mal? A gente não sabe, porque geralmente demoram muitos e muitos anos de testes para aprovar uma vacina, e foi um negócio muito rápido aqui. Então eu consigo entender esse pensamento", disse o comentarista.

Depois da fala, Paulo Antunes e até seus companheiros de bancada foram criticados nas redes sociais. Alguns internautas reclamaram do posicionamento do comentarista e ressaltaram os números da pandemia do Covid-19 no Brasil. Outro grupo, defendeu o jornalista.

Resposta do jornalista

Diante da repercussão, Paulo Antunes foi ao Twitter e se explicou: "Boa noite a todos! O Paulo Antunes é vacinado. Muito obrigado pela preocupação, mas estou bem. Acredito na ciência. Podem dormir em paz. Ele também é a favor do investimento na educação", escreveu em seu Twitter.

Mais tarde, o jornalista também postou um vídeo dizendo que queria esclarecer seu comentário:

Importância da vacinação

Enquanto o mundo ainda vive uma pandemia, pesquisas ressaltam a importância da vacinação nesta luta. Em um levantamento da Universidade de Oxford, no Reino Unido, mostra que os óbitos causados pela doença no Brasil caíram 77% nos últimos três meses graças a vacinação em massa. O levantamento também mostra que nos Estados Unidos a situação é contrária. Com a recusa da vacina, principalmente em alguns estados, o país voltou ao topo do ranking de mortes provocadas pela covid-19.