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Presidente do Estudiantes, Verón mira contratação de Marcos Rojo e Iniesta

Marcos Rojo comemora gol da Argentina contra a Nigéria na Copa do Mundo de 2018 - Francois Nel/Getty Images
Marcos Rojo comemora gol da Argentina contra a Nigéria na Copa do Mundo de 2018 Imagem: Francois Nel/Getty Images

21/01/2020 16h33

A postura na janela de transferências por parte do Estudiantes tem sido bastante agressiva do ponto de vista do investimento (ou mesmo a intenção declarada de investir) em nomes com reconhecimento mundial.

Depois da chegada do meio-campista Javier Mascherano, nomes como o de Marcos Rojo, lateral esquerdo que também faz a função de zagueiro, — atualmente no Manchester United —, e até mesmo do espanhol Andrés Iniesta, ligado ao japonês Vissel Kobe.

Em entrevista ao programa argentino "Cómo te va?", da Rádio Guemes, o presidente Juan Sebastián Verón assegurou que o clube está se permitindo analisar essas possibilidades mediante sério e cuidadoso planejamento.

"Não estamos simplesmente abrindo a carteira. Pelas circunstâncias e a situação do país, da qual não estamos alheios, fomos precavidos e cuidadosamente nos movendo antes para armar um bom elenco. E, por aí, ocorreu a situação do Javier (Mascherano): estava em término de contrato, houve uma sedução, o incluímos no projeto, no que pensávamos para o futuro. Senão, teria sido muito difícil."

Falando sobre Rojo, atleta com quem chegou a atuar nos tempos de jogador pelo Pincharrata, Verón alega que voltar a ter mais oportunidades vindo para o futebol argentino seria o elemento principal de "sedução" — além de esperar que o United não imponha barreiras econômicas com as quais o Estudiantes não teria como arcar.

"Há questões particulares que influenciam muito e uma delas é olhar para La Plata e querer voltar. Apesar de acreditar que ele tem condições de seguir (na Europa), primeiro seria para voltar a se sentir importante, além de colocá-lo em seu foco imediato, que é a Seleção, algo que ele me disse. Porém, o importante é que o Manchester o deixe sair porque não há uma questão econômica que possamos igualar ou seduzir", frisou o dirigente.

O ex-jogador da seleção argentina também falou na entrevista sobre as especulações que circularam no fim de 2019 a respeito do nome de Iniesta. Segundo ele, houve uma conversa, porém apenas em caráter de sondagem.

"Fizemos uma sondagem. A realidade é que foi um pouco para dizer-lhe que gostaríamos de tê-lo aqui e deixar aberta a possibilidade caso ele tenha o desejo de ter alguma experiencia por aqui... E ele nos agradeceu. Até porque, ele tem pessoas conhecidas por aqui como Javier e Gabi (Milito)."

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