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Michael no Flamengo? Dirigente do Goiás diz que "1º tempo" não teve acordo

Atacante Michael, do Goiás, controla a bola em partida contra o Ceará no Castelão - Pedro Chaves/AGIF
Atacante Michael, do Goiás, controla a bola em partida contra o Ceará no Castelão Imagem: Pedro Chaves/AGIF

08/01/2020 15h05

Michael e Flamengo ainda não chegaram a um acordo. Ao menos é o que garante Edminho Pinheiro, vice-presidente do Conselho Deliberativo do Goiás e responsável pelas conversas com dirigentes rubro-negros hoje, no Rio de Janeiro. "O primeiro tempo" encerrou sem um denominador comum.

- Encerramos o primeiro tempo sem acordo. O pessoal do Flamengo foi para o vestiário e nós também - disse Edminho, à Rádio Sagres, completando:

- O empecilho que está acontecendo talvez tenha sido criado pelo empresário. Ele simplesmente quis mudar o percentual do Goianésia. Quis falar em nome do Goiás, mas ninguém fala. Eu, representando o Goiás, já passei para o Flamengo o que queremos. O empresário falou outro valor.

O agente de Michael é Eduardo Maluf. O Flamengo apresentou uma proposta pelos 80% dos direitos econômicos do atleta de 23 anos - que pertence 75% ao Goiás e 5%, ao Goianésia - na casa dos 8 milhões de euros (cerca de R$ 36 milhões).

Michael pode ser o terceiro reforço do Flamengo para 2020 - antes, Pedro Rocha e Gustavo Henrique foram anunciados. Na última temporada, fez 16 gols em 54 partidas, sendo 35 pelo Brasileiro, que o premiou como revelação. Foram nove gols e cinco assistências na última competição.

Corinthians desiste; Braz despista

Através de nota oficial, o Corinthians anunciou a desistência do negócio com o Michael, avisando que "não faria nenhuma extravagância financeira que possa prejudicar a administração do clube", além de lamentar a "forma como o Goiás tratou a negociação". Ou seja, mais um indício que o Fla está perto.

No entanto, em entrevista à Fox Sports, logo após a reunião, Marcos Braz, vice-presidente de futebol do Flamengo, despistou e afirmou que as chances de acerto com o jogador são "muito poucas". Se foi um blefe do dirigente ou não, os próximos capítulos (ou o próximo tempo) dirão.

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