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Diego volta a atuar 90 minutos e rouba a cena como coadjuvante; veja números

06/12/2019 09h55

O papel de protagonista foi dado a Diego Ribas em 2016. Chegou nos braços da galera, sem conseguir andar sem ser tietado, como uma autêntica estrela de cinema. O papel pesou? É uma possibilidade, tendo em vista a enorme pressão para liderar o Flamengo, longe de ter os astros atuais, e sair da fila dos títulos.

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Críticas vieram, cobranças duras por parte da torcida, inclusive com discussões acaloradas em aeroporto. Parecia que o camisa 10 estava fadado a deixar o clube pela porta dos fundos. E aí, em 2019, veio Jorge Jorge. Veio a lesão mais grave da carreira e, hoje, cinco meses depois, a redenção e consolidação, agora sem o peso dos holofotes - que, nesta temporada de glórias, estão virados para Gabigol, Arrascaeta e Bruno Henrique, principalmente.

Diante do Avaí, Diego voltou a usar a faixa de capitão, mesmo com Everton Ribeiro como titular, num time misto. Na vaga de Gerson, como segundo homem do meio (posição escolhida por Jesus desde o início), roubou a cena como coadjuvante, com direito a golaço e assistência - para o primeiro gol de Reinier - no massacre por 6 a 1, pela 37ª rodada do Campeonato Brasileiro, na despedida de casa no ano.

- É a temporada, talvez, mais marcante da minha vida. Estou naquele período em que alguns médicos falavam que eu ainda estaria em recuperação. Estou como um garoto aqui dentro, quero mais e chegar ainda melhor no Mundial para, de alguma maneira, contribuir com a equipe. Jogar 90 minutos, hoje (quarta), foi outra grande conquista. É um momento muito especial para mim.

Diego não atuava numa partida do início ao fim desde o dia 21/07, pela 11ª rodada, contra o Corinthians (antes da grave lesão). O meia retribuiu a confiança de Jesus e se mostrou em sintonia com a ótima fase da equipe.

Veja números e o mapa de calor de Diego contra o Avaí (via Sofascore):

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