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Campeão mundial sub-17, meia do Corinthians exalta união do grupo

22/11/2019 14h03

Dois corintianos fizeram parte da Seleção Brasileira sub-17 que conquistou a Copa do Mundo da categoria, no último domingo, em Brasília: o goleiro Matheus Donelli e o meia Matheus Araújo, que não foi titular durante a campanha, mas entrou em três partidas, sendo uma delas a final, contra o México, em que o Brasil venceu de virada por 2 a 1, após os gols de Kaio Jorge e Lázaro. O meio-campista falou um pouco da experiência que adquiriu.

- Não fui titular em algumas partidas, mas estou feliz pela experiência e por ter participado deste grupo. Agradeço aos que confiaram no meu trabalho e à minha família pela força que me deram para ser um jogador de futebol - afirmou o jovem criado na base do clube.

De acordo com Matheus, o diferencial do Brasil na competição juvenil foi a união do grupo, o que possibilitou a saída de situações adversas durante o torneio e a conquista do título com 100% de aproveitamento.

- Acho que nossa união, o grupo foi muito parceiro. Foi uma das coisas que mais pesou pra gente, o nosso equilíbrio emocional. Nem todo jogo seria fácil e poderíamos começar perdendo, como aconteceu. Foi uma coisa que prezamos bastante e levo isso pra minha carreira - comentou.

Aos 17 anos, Matheus ainda faz parte do sub-17 do Timão, mas já atua com o sub-20 em algumas partidas. Para ele, com a experiência adquirida na Seleção, pode passar muitas coisas que serão aproveitadas pela equipe.

- Acredito que trago esse espírito coletivo no Corinthians. Quando se tem união, o grupo é muito difícil de ser batido. Acredito que posso passar um pouco disso para meus companheiros no time. Agradeço muito a Deus por ter participado desse Mundial. Estou muito feliz - avaliou.

Por fim, Matheus explicou o que a disputa da Copa do Mundo e o título conquistado trarão de aprendizado daqui para frente em sua carreira.

- Esse título me ajuda a ganhar experiência, saber como as escolas europeias jogam. É uma sensação inexplicável jogar o Mundial, só quem está lá dentro consegue explicar. Indescritível e único - concluiu.

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