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Gabriel fala de política, e lamenta situação do Corinthians no Brasileiro

18/09/2018 18h16

A situação do Corinthians no Campeonato Brasileiro gera preocupação nos jogadores. Nesta terça-feira, o volante Gabriel fez uma análise da oscilação do time na competição. Atualmente, o Timão ocupa a 8ª colocação com 33 pontos, nove a menos do que o Atlético-MG, primeiro da zona de classificação para a Libertadores.

- No Campeonato Brasileiro o Corinthians não está onde deveria. Nos últimos dez anos, foi o clube que mais ganhou títulos. Estar nessa posição incomoda. Ano passado éramos time para brigar para não cair e fizemos o que fizemos. É trabalho. Esse ano, no Brasileiro as coisas não estão acontecendo, mas temos muitas rodadas para subir na tabela e brigar por uma vaga na Libertadores. Começar a ganhar jogos e pontos importantes nos dará condições de brigar por coisas melhores. E na Copa do Brasil temos chance de título - afirmou o camisa 5 em entrevista no CT Joaquim Grava.

Na projeção dos próximos dias, Gabriel analisou os confrontos contra Internacional, domingo pelo Brasileiro, e Flamengo, na quarta da semana que vem pela semifinal da Copa do Brasil. Segundo ele, não dá para fazer testes agora.

- Não podemos usar nenhum jogo como teste. No Corinthians não existe isso. Não tem de usar esse jogo como parâmetro, vamos ser cobrados como se fosse decisão. Vai ser um jogo bem jogado, porque nossa Arena é propícia para toque de bola, jogo rápido. Vai ser bom e tenho certeza de que vamos fazer grande jogo contra o Inter. Acredito que ele usará o que tem de melhor - declarou.

O volante também falou sobre política na entrevista. Perguntado sobre se era favorável aos jogadores se manifestarem sobre o assunto, agora em época de eleição, o corintiano não externou apoio a qualquer candidato, mas teceu comentários sobre a situação política do país.

- Cada um tem sua opinião, meu voto vale como o seu, jornalista. Logico que tem de ser mudado algo no Brasil, a gente é uma potência, tanta coisa para explorar, Amazônia, tanta coisa e a gente está vendendo para fora. Não dá para entender. Tenho pontos de vista, que ainda prefiro guardar para mim, mas acho que precisa de alguém firme, mas também não tão firme, porque a coisa já está borbulhando aí, então acho que quem chegar, tem que ser não tão assim. E também acredito que tudo não está só nas mãos dos políticos, passa pela população, que tem muita força, a voz. E precisa melhorar também, eu me incluo - declarou.

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