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Após se firmar no profissional, Vital não se acomoda e projeta evolução

30/08/2017 15h20

Depois de retornar aos profissionais no começo do Brasileirão, Mateus Vital, de 19 anos, se firmou no time de cima e também na equipe titular do Vasco. Para se ter ideia, dos 22 jogos do Cruz-Maltino na competição nacional, ele atuou em 18. O jovem conta que essa era sua meta e que hoje se sente bem mais à vontade, já que está mais maduro por conta da sequência.

- Esse era meu pensamento quando eu estava na base, de subir para o profissional, me firmar e ter uma sequência boa. Graças a Deus esse ano eu consegui pegar essa sequência. A cada jogo que passa eu ganho experiência, amadureço e isso está sendo importante para mim. Hoje eu me sinto bem mais à vontade nos profissionais - disse Vital, em coletiva após o treino desta quarta-feira.

No último sábado, contra o Fluminense, Mateus teve grande atuação na vitória por 1 a 0 contra o rival. Ele quem começou a jogada que terminou com o golaço de Ramon. Muitos torcedores elogiaram a participação do jogador, que também acha que foi seu melhor jogo nos profissionais.

- Eu acho que foi a minha melhor partida. A cada jogo que passa estou amadurecendo e isso é importante para mim, para chegar em jogos como esse e poder contribuir com a equipe, como fiz a jogada do gol - comentou o jovem, revelando a ajuda dos jogadores mais experientes para crescer no time de cima.

- É sempre bom estar jogando ao lado de jogadores experientes e tão qualificados como Nenê, Wagner e Ramon. Tirando um pouco da experiência de cada um, vai ser bom para o meu crescimento e amadurecimento. E eles estão sempre me ajudando com conselhos para crescer - completou.

No entanto, Mateus Vital não se acomoda com a boa sequência no time e vê espaço para evoluir. O meia agora quer chegar mais na área adversária para poder marcar gols, algo que não aconteceu ainda no profissional.

- Jogador precisa sempre procurar evoluir e eu não sou diferente disso. O que falta em mim agora é só o gol, chegar mais à frente. Isso era até uma coisa que o Milton pedia muito para mim, chegar mais na área para tentar o gol. Isso que estou colocando na minha cabeça agora.

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