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Antônio Lopes chama a responsabilidade de disciplinar elenco

22/08/2017 15h35

Como é de se imaginar de um delegado, Antônio Lopes crê que é um homem disciplinador. O gerente de futebol do Botafogo garantiu que é o responsável pela função de administrar o grupo, não deixar que excessos aconteçam. Bem-humorado, ele falou também que fica de mal com o elenco.

- A parte de disciplina do futebol todo fica comigo. Posso ir para o enfrentamento com os jogadores, para blindar o treinador. Eu posso ficar mal com os jogadores, não sou eu que vou escalar (risos). Jair tem que ficar bem com eles - brincou o dirigente ao canal Fox Sports.

- O Sassá é um garoto muito bom, precisava de conversa, fazia muito troço errado. Com a conversa íamos levando. Quando o jogador erra tomamos as atitudes que temos que tomar, chamar atenção, se tiver que multar eu multo também. Mas o grupo é muito bom, não dá problema na parte disciplinar - completou.

Lopes também exaltou o trabalho do presidente Carlos Eduardo Pereira, que recebeu o time na Série B e agora vê o Botafogo vivo numa quartas de final de Libertadores, além de estar na semifinal da Copa do Brasil e entre os dez primeiros no Campeonato Brasileiro. Aos seus olhos, se não fosse o mandatário, o Alvinegro estaria em situação delicada.

- Era um momento em que o Botafogo vinha de muitos atrasos de salários. Quando começamos a convidar determinados jogadores, tomamos muito não em razão da administração anterior. Diziam que o Botafogo não paga. Presidente prometeu pagar e não atrasar, disse que podia faltar papel ou café, mas não salários. Com jeitinho e conhecimento, começamos contratações. Se não fosse esse nosso presidente, sério, correto, trabalhador, agregador, o Botafogo iria virar, com todo respeito a America e Bangu, um Ameriquinha ou um Banguzinho - opinou Antônio Lopes, que dividiu os méritos por algumas contratações pontuais do clube:

- Na questão da captação dos jogadores o mérito não é só meu. É um trabalho de equipe, setor de inteligência de futebol com 4 analistas excepcionais. É um trabalho em conjunto, presidente participa, o vice de futebol e a comissão técnica. Vêm as indicações, passam pela minha mão primeiro, nosso setor de inteligência analisa e passa relatório para eu apreciar. Ouço o Jair, presidente também vê. É um todo - opinou.

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