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Carille fala em orgulho por novo feito e vê competição no elenco corintiano

27/07/2017 01h00

Comandante da segunda maior sequência invicta da história do Corinthians, Fábio Carille novamente mostrou orgulho por um feito alcançado em pouco mais de seis meses de carreira. Além da marca histórica, o treinador alcançou as oitavas de final da Copa Sul-Americana ao vencer o Patriotas (COL) por 2 a 0 nesta quarta-feira, na Arena Corinthians. Sem perder há 31 jogos, desde março, Carille mantém o discurso jogo a jogo, mas não nega a alegria pelo ano.

- Não gosto de trazer para o meu grupo, em nenhuma reunião falei de invencibilidade. Mas é um orgulho, todos têm que se sentir felizes por isso, um clube com muita história e você atingir uma marca dessas... A responsabilidade é de fazer um bom jogo e se preparar para o próximo jogo. Estou levando de jogo a jogo, desde que o elenco decidiu que seria assim - disse o técnico.

Por falar em elenco, Carille mostrou satisfação pela resposta dada nesta quarta-feira. Ele preservou quatro habituais titulares por motivos físicos, ainda não conta com os lesionados Pablo e Jadson, e gostou das atuações dos seis reservas na vitória diante do clube colombiano. Nesta quarta-feira, Léo Príncipel, Pedro Henrique, Marquinhos Gabriel, Giovanni Augusto, Clayton e Kazim convenceram o treinador a respeito da força do elenco em 2017.

- Sabemos que íamos errar um pouquinho mais, quatro jogadores que não vinham jogando juntos. Giovanni já havia ido bem contra o Fluminense, Marquinhos, Clayton e Kazim. É uma dor de cabeça boa, sabemos que começarão alguns problemas e é bom contar com todos. Ficamos felizes. Preparo o dia a dia, o mesmo que os titulares trabalham a equipe de baixo também. Facilita muito. O Marquinhos é mais no um contra um, o Giovanni mais armador, Clayton mais finalizador. Usamos as alternativas que o jogo pede - disse Carille, que refutou o termo "poupar" para falar sobre o time que enfrentou o Patriotas.

- Não poupei ninguém hoje, tá? O Rodriguinho jogou com dores na panturrilha contra o Fluminense, não levamos para não perder por mais tempo. Não poupei e não vou poupar, foi uma circunstância, um aviso, Pablo, Romero, Rodriguinho, Jô sentindo dor na coxa, na posterior... são cuidados que temos que ter, mas vou sempre trabalhar jogo a jogo. Se fosse jogo de Brasileiro essas substituições iam ocorrer também.