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Erik diz que aprendeu a ser paciente, elogia Cuca e quer 'dar retorno'

26/06/2017 18h35

Erik ficou três meses sem iniciar uma partida como titular do Palmeiras, mas soube esperar. Domingo, contra a Ponte Preta, o camisa 17 começou jogando e foi importante para a vitória por 2 a 1, já que deu a assistência para Guerra no segundo gol. O sorriso, que dificilmente sai do rosto do atacante, tem saído ainda mais fácil nos últimos dias.

- Quando você é jovem, você quer ganhar o mundo em um dia só. Mas precisa de paciência, precisa trabalhar forte no dia a dia, porque é você quem faz as oportunidades. Me faz bem chegar no dia a dia e dar a mão ao meu companheiro, estar feliz, sorrindo. Eles veem que estou sorrindo mesmo sem jogar e sorriem para mim também. Graças a Deus pude fazer uma grande partida - disse o jogador, nesta segunda-feira.

A última partida de Erik como titular, curiosamente, também havia sido contra a Ponte Preta: derrota por 1 a 0 em 29 de março, pelo Paulistão, jogo em que Eduardo Baptista escalou time misto. Após passar os primeiros meses do ano praticamente esquecido, ele tem ganhado oportunidades com Cuca: participou de cinco dos 13 jogos com o novo técnico - antes, com Eduardo Baptista, participou de seis de 23 jogos.

- O Cuca está em todos os lugares do clube. Se você está na academia, o Cuca está. Se você está fazendo um trabalho no cantinho do campo, ele está. Ele sabe o que está fazendo. O Cuca apostou em mim e procurei dar o meu melhor - elogiou.

Erik sabe que ainda não justificou o investimento do Palmeiras em sua contratação. Ele chegou no início de 2015 como grande promessa do Goiás, ao custo de R$ 13 milhões, e ainda não conseguiu ter uma grande sequência como titular - apesar de ter feito gols importantes contra Inter e Sport no Brasileirão de 2016. Até por isso, o jogador diz que sua ideia não é sair agora, e sim dar retorno ao clube no futuro.

- Encontrei uma família aqui, realizei um grande sonho no ano passado (ser campeão brasileiro), mas tenho sonho maiores. Quem sabe, futuramente, eu possa dar um retorno para o clube, mas não agora - declarou.

- Houve conversas, mas não deixei chegar em mim, porque tem pessoas que cuidam disso. Eu não jogava, mas tenho três anos e meio de contrato com o clube e não estou infeliz. Quero jogar, mas nunca fiquei triste. O clube me oferece tudo, os profissionais me respeitam, nunca tive interesse em sair, queria estar aqui para ser campeão.

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