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Instinto ajuda Martine e Kahena em regata decisiva mais "tranquila"

redacao@gazetaesportiva.com (Redação)

03/08/2021 02h18

A experiência e o talento foram decisivos para Martine Grael e Kahena Kunze conquistarem a segunda medalha de ouro seguida nos Jogos Olímpicos na classe 49er FX da vela. Elas estavam tensas antes da regata decisiva disputada nesta terça-feira, mas usaram toda a bagagem na disputa contra as adversárias.

"Fomos pelo instinto", disse Kahena em entrevista à TV Globo sobre a decisão de buscar na largada o lado oposto das holandesas Annemiek Bekkering e Annette Duetz, que eram as principais adversárias na classificação geral. "A Martine fez uma leitura perfeita", emendou.

Com o bom desempenho na largada, as brasileiras abriram uma margem confortável em relação às adversárias principais antes do contorno da primeira boia. O terceiro lugar na medal race foi suficiente, já as concorrentes mais próximas na classificaram estavam muito atrás. "Tem regatas que são tão disputadas, hoje foi tranquilo, cruzando a linha não acreditava, depois de uma semana tão dura", afirmou Kahena.

No começo, o bicampeonato da dupla brasileira chegou a ser colocado em dúvida, principalmente pelo 15° lugar da primeira regata. No entanto, esse foi o pior resultado na caminhada até o ouro e acabou descartado na contagem oficial. Depois, a embarcação brasileira ainda teve algumas dificuldades com penalizações. Mas, na sequência, os resultados ficaram regulares e deixaram a dupla confiante.

"A tensão era muito grande, até agora não acredito. Sabendo que seria parecido com o que aconteceu no Rio (em 2016), com todo mundo próximo na classificação. Estou muito feliz", explicou Martine Grael.

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