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Auxiliar de Abel celebra 9 vitórias consecutivas do Verdão: "Estamos estáveis, seguros e confiantes"

redacao@gazetaesportiva.com (Redação)

24/07/2021 22h11

João Martins substituiu Abel Ferreira à beira do campo neste sábado, na vitória por 1 a 0 sobre o Fluminense, no Allianz Parque, pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro. O treinador teve de cumprir suspensão por acúmulo de cartões amarelos, mas seu auxiliar não deixou a sequência de resultados positivos na temporada acabar.

Com o triunfo diante do Tricolor carioca, o Palmeiras chegou à nona vitória consecutiva na temporada. O último revés sofrido pela equipe foi no dia 23 de junho, para o Red Bull Bragantino, fora de casa, pelo Brasileirão.

"Este é um momento em que estamos estáveis, seguros e confiantes. As vitórias trazem este extra. No geral, estamos bem. Não significa que não possa acontecer outra coisa, mas temos que garantir esse equilíbrio e continuar a evoluir dia a dia", disse João Martins.

Apesar da vitória, o Palmeiras teve bastante dificuldades para construir o resultado e se safou de ir para o intervalo em desvantagem no placar. Mas, se o Fluminense não conseguiu aproveitar as oportunidades que criou, o Verdão tratou de fazer o contrário e segue na liderança isolada do Brasileirão.

"Não jogamos contra uma equipe qualquer, é uma equipe que está nas oitavas de final da Libertadores, tem tudo para se classificar. Tem muita qualidade, bem treinada, com bons jogadores. Sabíamos que seria um jogo difícil, teríamos que buscar nossa melhor performance", comentou o auxiliar de Abel Ferreira.

Em meio à dura maratona de jogos, o Palmeiras vem tentando manter a competitividade usando o seu robusto elenco. Mesmo com alguns nomes importantes lesionados, como Rony, a equipe segue empilhando vitórias e mostrando que vai brigar pelo título tanto no Brasileiro quanto na Libertadores.

"O cansaço físico influencia muitas vezes a performance técnica, e tínhamos que estar no limite das nossas capacidades. Os jogos não são iguais, os adversários não são iguais. Sabíamos que não criaríamos tantas chances de gol, não porque não queríamos, mas porque o adversário não deixaria", concluiu.

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