PUBLICIDADE
Topo

Futebol

Abel Ferreira vê Palmeiras equilibrado com a bola: "Há várias formas de atacar"

redacao@gazetaesportiva.com (Redação)

13/06/2021 08h00

Neste sábado, o Palmeiras empatou em 1 a 1 com o Corinthians, no Allianz Parque, em jogo válido pela terceira rodada do Campeonato Brasileiro. Após a partida, Abel Ferreira comentou sobre a variedade de jogadas ofensivas construídas pelo time no clássico.

Na visão do treinador, o Verdão conseguiu ser eficiente em lances de contra-ataque e de trocas de passes mais longas. O português fez questão de destacar que sempre preza pelo equilíbrio.

"Nós conseguimos criar oportunidades não só em transição, como foi o caso do gol que fizemos. A bola que foi na trave foi em contra-ataque. As duas outras oportunidades que tivemos, tanto do Luiz (Adriano) quanto do Breno (Lopes), foram em ataque posicional. Portanto, é isso que nós temos que continuar a fazer, gosto de minhas equipes equilibradas em todos os momentos", afirmou Abel.

"Uma equipe que faça gols e puxe contra-ataques, que faça gols em ataque posicional e que faça gols em bola parada. Há várias formas de atacar. Ainda há outra, que é a criatividade individual dos jogadores, que é o que chamo de saca rolhas. Quando as coisas estão apertadas, a qualidade individual resolve um jogo muitas vezes", completou.

Abel também falou sobre a montagem da equipe e da estratégia para os jogos, que são processos que precisam levar em conta as características dos atletas à disposição.

"Nós não podemos dissociar as características dos jogadores à forma de nós jogarmos. Tenho um Wesley, tenho um Breno, tenho um Verón, tenho um Rony, logicamente são jogadores de transição, jogadores de espaço. Se tem jogadores que gostam mais de bola no pé, logicamente não será um jogo de transição, vai ser um jogo de posse e mais elaborado", pontuou Abel.

"Portanto, quem faz a ideia de jogo são as características dos jogadores. E eu, enquanto treinador, procuro adequar a minha forma de jogar às características dos nossos jogadores. Eu não posso pedir que o Luiz Adriano faça o mesmo que o Rony, não é um jogador de profundidade, é um jogador de apoio", finalizou.

Futebol