Por onde anda Spindel? Diretor 'sumiu' e agora ajuda Boto no Flamengo
Diretor de futebol importante na gestão Rodolfo Landim, Bruno Spindel não tem mais aparecido desde que Bap assumiu o comando do Flamengo. Mantido no clube apesar das várias mudanças no setor, ele segue com o mesmo cargo no papel, mas, na prática, assumiu um outro tipo de função no dia a dia do futebol.
O que aconteceu
Spindel tem hoje um papel mais voltado para o lado financeiro e de planejamento. Com Landim, ele entrava em contato com jogadores, viajava para buscar reforços e também dava entrevistas, seja no Ninho ou até após os jogos. O dirigente chegou até a ser punido por opiniões contra a arbitragem.
O diretor é atualmente uma figura mais discreta e sem holofotes. Ele não voltou a ser visto nas entrevistas que aconteceram no Ninho até o momento, apesar de frequentar o CT. Quem assume a "cara" do futebol é apenas José Boto.
Bruno Spindel, porém, segue participando das contratações de alguma maneira. Quem faz as primeiras conversas é Boto, mas o dirigente entra posteriormente para dar prosseguimento aos papos de maneira objetiva e financeira.
Ele não esteve mais nas viagens, por exemplo, mas segue tendo uma sala dentro do Ninho. Spindel está diariamente no local trabalhando, mas não segue mais o time. Uma das medidas de Boto foi justamente reduzir o número de pessoas no CT e nas viagens.
Spindel ficou no Fla por uma decisão de Bap inicialmente. Ele ajudou no processo de transição entre as duas diretorias e é uma figura que o atual presidente já trabalhou junto e gosta.
O diretor foi levado ao clube por Bap no passado para a pasta de marketing. Há cerca de seis anos, porém, foi para o futebol em um papel completamente diferente do que chegou para fazer. A função atual foi pensada como mais parecida com o que ele sempre fez, mais voltado para a parte burocrática e menos com observação de jogadores e futebol.
Com Landim, Braz e Spindel eram os nomes fortes do futebol. Havia o Conselhinho, mas os dois estavam sempre presentes no dia a dia, recebiam os nomes do scout do clube para os debates com treinador, presidente e para, no fim, fazerem as iniciativas nas contratações. Frequentemente a dupla viajou para a Europa justamente com o objetivo de acertar com atletas presencialmente.
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