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Presidente do Flamengo define novos membros do 'Conselhinho' após saídas

Rodolfo Landim vota em eleição presidencial do Flamengo - Gilvan de Souza/Flamengo
Rodolfo Landim vota em eleição presidencial do Flamengo Imagem: Gilvan de Souza/Flamengo

Alexandre Araújo e Letícia Marques

Do UOL, no Rio de Janeiro (RJ)

04/07/2022 22h13

O Flamengo busca a estabilidade nos bastidores e o presidente Rodolfo Landim tenta manter o apoio político. Após a saídas de três dos cinco membros do Conselho de Futebol, que ficou conhecido como "Conselhinho", o mandatário escolheu os novos nomes: Reinaldo Belotti, Bernardo Amaral e Felipe Bueno.

O trio se junta a Diogo Lemos e Marcos Braz, que também é vice-presidente de futebol. Agora, o Conselhinho volta a quantidade original de cinco membros. Os novos integrantes tem afinidade com o mandatário do clube. Internamente, a presença de Belotti foi bem avaliada pelos corredores da Gávea.

Duas das três novas figuras são ativas na gestão: Reinaldo Belotti é o atual CEO do clube, Bernardo Amaral é o vice-presidente de Planejamento. Enquanto isso, Felipe Bueno é sócio da base de apoio de Landim, mas sem vínculo com grupo político. A informação foi publicada, primeiramente, pelo GE e confirmada pelo UOL Esporte.

A criação do Conselho de Futebol aconteceu no início desta gestão, ainda em 2019, e o principal objetivo era auxiliar o departamento de futebol nas decisões. E este foi justamente o motivo da saída de Fábio Palmer, Dekko Roisman e Luiz Eduardo Baptista, o Bap, que entregaram o cargo recentemente apontando divergências na condução da pasta.

Na noite de hoje (4) aconteceu, na Gávea, uma reunião em que grupos políticos da base reforçaram o apoio à atual gestão. José Carlos Peruano e Marcelo Vargas, candidatos à presidência na eleição de 2018, foram alguns dos presentes. O encontro foi organizado por Cacau Cotta.

Grupos políticos reforçam apoio à gestão de Rodolfo Landim, presidente do Flamengo - Reprodução - Reprodução
Imagem: Reprodução

Bap e a gestão Landim

A saída do dirigente do Conselhinho expõe as divergências, no entanto, o rompimento não aconteceu. Bap segue ocupando a cadeira da presidência do Conselho de Administração.

A relação, de fato, está estremecida há algum tempo. Os relatos internos são que Bap, antes mesmo de sair, já se sentir fora do Conselhinho, visto que estava afastado das decisões e discordava de algumas decisões do setor.

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