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Kaká vê seleção de 2006 como a de 1982: 'Mais para frente vão falar'

Kaká comemora gol do Brasil contra a Croácia na Copa do Mundo de 2006 - Alex Livesey/Getty Images
Kaká comemora gol do Brasil contra a Croácia na Copa do Mundo de 2006 Imagem: Alex Livesey/Getty Images

Colaboração para o UOL, em São Paulo

26/04/2022 10h59

Revelado pelo São Paulo e com carreira brilhante na Europa, onde jogou por Milan e Real Madrid, Kaká, melhor jogador do mundo em 2007, defendeu a seleção brasileira em três Copas do Mundo. Em 2002, fez parte do grupo pentacampeão como coadjuvante. Em 2006 e 2010, como um dos protagonistas, sofreu eliminações traumáticas.

Na opinião do ex-meia, a equipe formada para a Copa do Mundo de 2006 pode ser comparada à seleção brasileira de 1982. Formadas por jogadores que se destacavam nos clubes que atuavam, ambas foram apontadas como favoritas ao título, mas caíram de forma precoce. Para Kaká, tal comparação será mais natural no futuro.

"São duas derrotas que doem bastante, a de 2006 e a de 2010. [Em 2006] Foi um gol de bola parada, o Zidane jogando muito, mas tivemos nossas chances também. Individualmente, uma seleção muito forte, nomes muito grandes. Dói no sentido de [pensar]: 'Por esses nomes, pelo que tinha individualmente, essa seleção poderia chegar mais longe que chegou", analisou o ex-jogador em entrevista ao "Podpah".

"Eu acho que não [temos noção do tamanho da seleção de 2006]. Acho que vai ficar mais para frente. Todo mundo fala da seleção de 1982, que era uma baita seleção - e era -, e a de 2006 fica um pouco abaixo. Acho que mais para frente vão falar um pouco mais dessa seleção de 2006 porque os nomes que tinham na seleção… Todo nome nas posições e no banco eram grandes jogadores nos seus clubes", completou Kaká.

Brasil na Copa de 2006

A seleção brasileira de 2006 tinha como destaque o 'quadrado mágico', com Ronaldinho Gaúcho, Ronaldo, Adriano e o próprio Kaká. Além disso, contava com vários nomes consagrados, como Dida, Cafu e Roberto Carlos.

Após uma primeira fase tranquila, com vitórias sobre Croácia, Austrália e Japão, os comandados de Carlos Alberto Parreira passaram fácil por Gana nas oitavas de final - 3 a 0. Nas quartas de final, contra a França, Henry marcou o gol da vitória e adiou o sonho do hexa na oportunidade.

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