PUBLICIDADE
Topo

Futebol

OPINIÃO

Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados.

Rafael Oliveira: Brasil não é o favorito para a Copa, mas está no bolo

Do UOL, em São Paulo

30/03/2022 13h24

A seleção brasileira terminou as Eliminatórias Sul-Americanas com a melhor campanha da história ao golear a Bolívia por 4 a 0 em La Paz para chegar aos 45 pontos, mesmo com um jogo por fazer contra a Argentina, no episódio em que a Anvisa impediu a realização da partida na Neo Química Arena, mas será que os resultados colocam o Brasil entre os favoritos na Copa do Mundo?

No UOL News Esporte, Rafael Oliveira analisa a situação da seleção comandada por Tite e ressalta que o ciclo até a Copa do Mundo não apontou grandes favoritos, talvez apenas com a França acima dos demais, o que deixa o Brasil entre aqueles que podem sim conquistar o título.

"Favorito não, mas eu acho que o Brasil está no bolo. Não vejo a Copa do Mundo com grandes favoritos, a França talvez seja quem saia na frente, é a atual campeã, tem vários jogadores se desenvolvendo e um elenco vasto de opções, acho que a França é uma seleção que talvez esteja um degrau acima, mas mesmo assim na expectativa, na realidade é outra história, vamos ver como vai ser a chegada à Copa do Mundo", diz o jornalista.

"No ciclo todo a gente viu um universo de seleções em que pouquíssimas empolgaram. Não acho que o Brasil empolgue, não é para isso a campanha nas Eliminatórias, mas acho que é uma campanha de respeito", completa.

Ele ressalta que o Brasil tinha a obrigação de se classificar para a Copa do Mundo, mas fez com uma margem grande de forma que não era comum com os treinadores anteriores a Tite.

"É obrigação se classificar, é claro que esse formato acaba virando um formato muito arrastado para quem se classifica com tanta antecedência como o Brasil, mas eu lembro que se a gente pegar pré-Tite não era assim que o Brasil sobrava, então tem um mérito grande em consistência de trabalho, em solidez, para não dar margem para bobeira, isso é um mérito. O Brasil é uma seleção forte hoje, não precisa ser para empolgar, mas está no bolo", conclui.

Futebol