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Lavieri: Diego Costa talvez seja mais nome do que futebol hoje

Do UOL, em São Paulo

20/01/2022 12h51

O Corinthians segue na espera por uma resposta do centroavante Diego Costa depois de apresentar valores e o tempo de contrato para contar com o jogador como reforço na temporada 2022. Enquanto isso, na Europa se noticia o interesse da Salernitana, da Itália, pela contratação do jogador que rescindiu recentemente o contrato com o Atlético-MG.

No UOL News Esporte, Danilo Lavieri afirma que considera a proposta corintiana pelo jogador como muito dinheiro para um retorno técnico incerto, lembrando que ele não foi excepcional jogando pelo Galo no Brasileirão e foi desfalque devido aos problemas físicos.

"O Diego Costa ganha muito dinheiro, é muito incerto e teve lesão atrás de lesão no Atlético-MG, sem contar a idade do esqueleto do Corinthians, um time extremamente envelhecido. Eu acho que estão dando uma moral para o Diego Costa que talvez ele tenha mais nome do que futebol hoje em dia. Claro que eu posso virar meme neste momento porque o 2022 do Diego Costa pode ser incrível como foi o Hulk, por exemplo, mas até agora nessa passagem do Diego Costa pelo Atlético-MG ele não provou que merece toda essa pompa", diz Lavieri.

Ele destaca também o fato de as sondagens de europeus por Diego Costa serem justamente de clubes medianos, que brigam na parte de baixo da tabela, como o Cádiz, da Espanha, e a Salernitana, na Itália.

"Mais do que isso, o jogador querer sair de um time que é campeão brasileiro e campeão da Copa do Brasil, e agora está aí sondando, teve uma sondagem do Cadiz da Espanha, agora Salernitana da Itália, que é lanterna do Campeonato Italiano, mostra que a avaliação da Europa em relação ao futebol dele está muito abaixo, por exemplo, do que foi o Daniel Alves, que saiu do São Paulo e foi para o Barcelona, que eu já achei meio loucura", diz o jornalista.

"O Diego Costa quem está querendo são os caras que estão lá na parte debaixo dos campeonatos da Europa, então mostra que talvez ele não esteja tão em alta assim e pela falta de camisas 9 no Brasil o nome dele ganha uma força absurda. Mas não acho que seja uma paulada tão certeira assim para pagar mais de R$ 1 milhão por mês, mesmo que seja com apoio do patrocinador, acho um negócio extremamente arriscado", conclui.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

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