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Alisson assume a 12 de Vitor Bueno e quer jogar 'onde precisar' no SPFC

Alisson com a camisa 12, em sua apresentação no São Paulo - Reprodução/São Paulo FC
Alisson com a camisa 12, em sua apresentação no São Paulo Imagem: Reprodução/São Paulo FC

Brunno Carvalho

Do UOL, em São Paulo

19/01/2022 13h03

Classificação e Jogos

O meia-atacante Alisson foi apresentado hoje (19) pelo São Paulo, no CT da Barra Funda. O ex-jogador do Grêmio assume no time do Morumbi a camisa 12, que pertenceu a Vitor Bueno na última temporada. O também meia-atacante tem treinado separadamente do restante do elenco e discute com a diretoria a rescisão de seu contrato.

Questionado sobre a posição que mais se encaixaria no time do São Paulo, Alisson deixou a decisão nas mãos de Rogério Ceni. O meia-atacante salientou ter jogado pelo lado esquerdo no Cruzeiro, mas lembrou que no Grêmio passou a atuar também pela direita.

"O Rogério sempre conversa com a gente para entender onde nos sentimos mais confortáveis em campo. Deixei bem claro para ele que onde ele precisar, o Alisson estará pronto para jogar. Eu e os outros temos espírito de vencedor e estaremos prontos para ajudar o time (...) Estou à disposição para ajudar onde o Rogério achar que eu posso encaixar melhor na equipe, seja na esquerda, direita ou pelo meio", afirmou.

Alisson é um dos cinco reforços contratados pelo São Paulo depois da campanha ruim no Brasileirão, em que brigou contra o rebaixamento. Além do meia-atacante, chegaram o goleiro Jandrei, o lateral Rafinha e os meias Patrick e Nikão.

"Pelo tamanho do São Paulo, pode bater de frente com qualquer equipe. Com os reforços que chegaram e o trabalho do Rogério, estamos trabalhando muito todos os dias. Vamos encarar [os rivais], temos qualidade para isso. O clube pode fazer frente a qualquer equipe", disse Alisson.

O antigo jogador do Grêmio foi questionado sobre a relação com Patrick, ex-Internacional e novo companheiro de equipe. No ano passado, o então jogador colorado comemorou a vitória no Grenal com caixões feitos pela torcida, em alusão ao desespero gremista contra o rebaixamento.

"Sobre o Patrick, o que houve ficou em campo, ficou no Rio Grande do Sul. A gente vai correr um pelo outro, os dois estão vestindo a camisa do São Paulo e vamos fazer de tudo para honrar a camisa do São Paulo", completou.