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Adidas celebra diversidade, e Fla tem boa aceitação de "camisas engajadas"

Nova camisa do Flamengo em homenagem ao mês da consciência negra - Divulgação/Adidas
Nova camisa do Flamengo em homenagem ao mês da consciência negra Imagem: Divulgação/Adidas

Leo Burlá

Do UOL, em Montevidéu (URU)

25/11/2021 12h00

Classificação e Jogos

Em tempos de pautas muitas vezes ignoradas pela sociedade, a adidas e o Flamengo festejam o lançamento e o sucesso de venda de uma "linha engajada" de uniformes do Rubro-negro.

Nos últimos meses, a fornecedora alemã colocou no mercado algumas peças que remetem a causas e promovem debate. Apenas para o Fla, a marca lançou as peças "Outubro Rosa", "Pride" e "Excelência".

As camisas foram fruto de uma construção coletiva que contou com a participação de comitês internos da fornecedora (Diversidade, Raça, Geração, Gênero, PCD e LGBTQIA+) e a aprovação do clube.

"O universo esportivo, e mais especificamente neste caso, o futebol, traz à tona questões que devem ser refletidas e discutidas todos os dias como forma de evolução social. Por isso, trabalhamos junto aos clubes parceiros para internalizar e trazer cada vez mais esses temas em projetos que valorizem diversidade, equidade e inclusão", disse ao UOL Esporte Daniela Valsani, diretora sênior de marketing adidas Brasil, que acrescentou:

"Com isso, temos a real possibilidade de oferecer produtos que atendam, cada vez mais, ao que clube e torcida desejam unindo paixão, história e inclusão social".

Camisa rosa do Flamengo  - Divulgação/Adidas - Divulgação/Adidas
Imagem: Divulgação/Adidas

A reportagem apurou que as peças, que não são utilizadas em jogos, caíram no gosto do torcedor, especialmente as versões alusivas à prevenção do câncer de mama e a da consciência negra.

Diante da boa aceitação dos uniformes, a empresa já planeja uma nova linha para 2022. As partes, no entanto, entram em um momento importante da parceria e já debatem a renovação do atual contrato, que termina na metade de 2023.

Após alguns ruídos causados por queixas do Fla por conta da distribuição dos produtos, as arestas foram aparadas e a tendência é que um novo acordo seja selado. Pelo trato atual, a multinacional paga cerca de R$ 30 milhões por ano. A parceria teve início em 2013.

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