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Fábio revela que recusou proposta do Grêmio na chegada de Felipão

Fábio é o recordista de jogos com a camisa do Cruzeiro e se aproxima do jogo de número mil pela Raposa - Bruno Haddad/Cruzeiro
Fábio é o recordista de jogos com a camisa do Cruzeiro e se aproxima do jogo de número mil pela Raposa Imagem: Bruno Haddad/Cruzeiro

Colaboração para o UOL, em São Paulo

18/10/2021 15h30

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Desde 2005 no Cruzeiro - em sua segunda passagem pelo clube -, o goleiro Fábio revelou que recebeu uma proposta do Grêmio na atual temporada para deixar o time mineiro. De acordo com o jogador, o time gaúcho o procurou assim que o técnico Luiz Felipe Scolari chegou, no início de julho deste ano - Felipão já não é mais o técnico da equipe.

Fábio contou, ainda, que já recusou várias propostas financeiramente melhores para ficar no Cruzeiro e disse que isso aconteceu até mesmo no dia em que escolheu o clube, quando encerrou sua passagem pelo Vasco.

"Cinco anos depois [da minha estreia], quando termina a minha história no Vasco, eu tinha três propostas sobre a mesa: do Santos, do Athletico Paranaense e do Cruzeiro. A do Cruzeiro, financeiramente, era a pior. Mesmo assim eu acreditei que era onde eu devia estar", disse o goleiro ao site "The Players' Tribune".

"[Depois da primeira proposta para jogar na Europa em 2006], tive mais uma porção de propostas para sair. Para Rússia, Portugal, Itália, para o Grêmio, recentemente, quando o Felipão chegou lá", completou.

Centenário

Fábio ainda falou sobre a atual fase do Cruzeiro, dizendo que a queda para a Série B foi uma "tragédia" e que não está sendo fácil viver o centenário do clube.

"Este ano do centenário do Cruzeiro não está sendo fácil. Foi uma tragédia a gente ter caído pra Série B. Eu sou o capitão do time, tenho a minha responsabilidade e conheço bem o lugar que ocupo — dentro da área, na história desse clube gigante e no coração dos torcedores", disse.

"Pelo meu tempo de casa, as pessoas acham que eu tenho um poder absoluto, mas, infelizmente, minha atuação é limitada. Ao contrário de quando você recebe um contrato, como na época em que abri mão do meu sonho na Europa para ficar no Cruzeiro, eu não tenho a caneta. Se tivesse, poderia ter feito muita coisa. No entanto, sou funcionário do clube. Não cabe a mim tomar decisões fora do campo", finalizou o goleiro.

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