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"A maior final dentro e fora de campo", diz Alline Calandrini sobre Dérbi

Homenagem para o time feminino do Corinthians na Neo Química Arena para a final do Brasileirão Feminino 2021 contra o Palmeiras  - Maria Victoria Poli/UOL
Homenagem para o time feminino do Corinthians na Neo Química Arena para a final do Brasileirão Feminino 2021 contra o Palmeiras Imagem: Maria Victoria Poli/UOL

Maria Victoria Poli

do UOL, em São Paulo

26/09/2021 20h04

A final do Campeonato Brasileiro feminino, que começa daqui a pouco, às 21h, pode ser considerada como o maior jogo da história da modalidade no país. Não somente por ser a primeira vez em que Corinthians e Palmeiras, rivais históricos, disputam o troféu no torneio feminino, mas pela visibilidade sem precedentes que o campeonato vem ganhando.

Alline Calandrini, ex-jogadora com passagem pelo Corinthians e, atualmente, comentarista da Band, canal que transmite a competição na TV aberta, explica os motivos.

"Primeiro, porque é um Dérbi. Independente do esporte, seja futebol, basquete ou pingue-pongue, Corinthians x Palmeiras é sempre um clássico absurdo. São os dois melhores times do país, dois times que investem bastante na modalidade e que tecnicamente são muito parelhos. É a maior final dentro de campo, pela evolução da modalidade", diz Alline, já posicionada na Neo Química Arena para a transmissão.

O primeiro jogo, no Allianz Parque, no último dia 12, já alcançou números históricos: transmitido pela Band, a partida teve média de 3,6 pontos no Ibope na Grande São Paulo, com picos de 4,5 pontos. A audiência representa crescimento importante em comparação à transmissão do torneio, na semana anterior, que registrou média de 1,7 ponto. Na TV fechada, o Sportv transmite os dois jogos, além do canal Desimpedidos e do Brasileirão no TikTok. Juntas, as duas transmissões atingiram mais de 300 mil espectadores únicos durante o primeiro jogo da final.

"Fora isso, estamos vendo a cobertura da mídia, diversos canais presentes e prestigiando o futebol feminino. A visibilidade, fora de campo, é algo maior e é algo histórico. Com certeza veremos um jogaço de futebol", finalizou.

Sem a presença de público por conta da pandemia de covid-19, a final em Itaquera marca o último clássico paulista sem torcedores no estádio no estado de São Paulo.